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domingo, 19 de junho de 2011

Dona Mariquinha no "Arraiá Alternativo"




O “Arraiá Alternativo” contou com a presença do “Grupo Dona Marqiuinha” e da Banda “Los Borrachos”. A festa foi uma realização da “Voz Ativa D.A. Freitas Neto” e aconteceu na UFAL – COS, na última quinta-feira, 16.

Fotos Anna Luíza Lyra

quarta-feira, 15 de junho de 2011

"Museu Théo Brandão no ritmo dos Festejos Juninos"



Oficinas e cultura popular fazem parte da programação do evento
No período de 14 a 17 de junho de 2011, o Museu Théo Brandão da Universidade Federal de Alagoas convida a comunidade para a programação Junina que terá diversas atividades como: oficina de forró, exposição de pinturas, lançamento de livro, arraial com trio de forró pé de serra, roda de coco, quadrilha junina, comidas típicas e muito mais. Este ano o homenageado é o artista plástico e sanfoneiro Vicente Ferreira de Lima.
Para quem quer aprender Forró haverá a oficina “Dançando Forró” com a facilitadora Joyce dos Santos, no período de 14 a 17 de junho, das 16h30 às 18h. As inscrições são feitas pelos telefones 3221-2651 ou 3221-2977. As vagas são limitadas.
Na sexta-feira, dia 17 de junho a partir das 18h, haverá o arraial do Museu Théo Brandão com apresentações do Trio “São João no Forró”, roda de coco com a presença dos artistas Rogério Dias e Fagner Dubrown da banda “Poesia Musicada no Pandeiro”, Jurandir Bôzo do “Clube do Coco”, cantador de pagode Lourinho, mestre embolador Jaçanã e Telma César, formação de quadrilha improvisada, além de barracas com comidas e bebidas típicas e brincadeiras para as crianças.
O MTB também promove, no dia 17, o lançamento do livro "A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina", do professor do Instituto de Ciências Sociais da UFAL, Elder Maia e a abertura, nas salas de exposições temporárias, da exposição de pinturas do artista plástico Vicente Ferreira de Lima.

A entrada é franca.
Mais informações: (82) 3221-2651 / 3221-2977 ou pelo e-mail museutheobrandao@gmail.com.


Fonte: Assessoria

Dona Mariquinha no "Recital do SESC"



CENTRO DE DIFUSÃO E REALIZAÇÕES MUSICAIS – SESC AL
APRESENTA:
"NOITE ARTÍSTICA TROPICÁLIA"
Data: 17/06/2011
Hora: 19h30
Local: Teatro Jofre Soares – SESC Centro
Entrada Franca

APRESENTAÇÃO
A Noite Artística é uma das atividades do CDRM que promove a prática de conjunto entre todos os cursos de música, encerrando o semestre de atividades.
Nesta nossa primeira apresentação em conjunto de 2011, o repertório apresentado contempla a temática “Tropicália”, abordada e desenvolvida em sala de aula.
A Tropicália foi o movimento musical que procurou universalizar a linguagem da MPB unindo elementos da cultura jovem mundial, como o rock e o pop ao popular como o baião, samba, rumba, bolero, etc.
Irreverente, a Tropicália transformou os critérios de gosto vigentes, não só quanto à música e à política, mas também à moral e ao comportamento, ao corpo e ao vestuário.
Desejo a todos uma grande apresentação!
Júlio César
Técnico de Musica

PROGRAMA
A Banda/Chico Buarque
Panis et Circense/Caetano Veloso e Gilberto Gil
Ando meio desligado/Arnaldo Dias, Sérgio Dias e Rita Lee
Pra não dizer que não falei das flores/Geraldo Vandré
Três Caravelas/Algueró Jr. e G. Moreu (Versão João Barro)
Cálice/Chico Buarque e Gilberto Gil
Domingo no Parque/Caetano Veloso e Gilberto Gil
Alegria Alegria/Caetano Veloso e Gilberto Gil

ALUNOS PARTICIPANTES

VIOLÃO, TÉCNICA VOCAL E CANTO
Gabriel Leite Pacheco

Adriana Freire

Roberto Lourenço de B. Junior

Analice Silva

Lucimar Nazario de Lima

Camila Melo

Maria do Carmo F. Oliveira
Célia Lima
Thais F.Campello Diniz
Daniel Lima
Matheus de Souza Oliveira
Débora Araújo
Larissa Correia Calheiros
Eliziana Chaves
Luan Kim Silvério da Silva
Felipe Lima
Judson Tadeu H. Correia
Georgina Gonçalves
Victor Hugo Menezes de Farias
Helena Santos
Marcelo da Rocha Nogueira
Íris Cris Nascimento
Vanessa Andrelina F. Vieira
João Luiz Oliveira
Gilmar Costa da Silva
Marli Sucupira
Marcelo Mendonça Filho
Oséias Parente
Jorge Guilherme Simão
Rita Mendonça
Almir Alves de Lima
Rodolfo Teles
Rose Mendonça
Saulo Silva
Wanézia Silva

PIANO, TEORIA MUSICAL
Felipe Rodrigues Gusmão
Josinelma Alves da Silva
Akauê Basili E. Lima
Dyanne Barbosa Nogueira
Gabriel Ferreira P. Freire
Emerson José A. dos Santos
Michael Douglas M. da Silva
Noêmia Schwartz G. de Carvalho
Hugo Leonardo C. Ferreira
Maria Magnólia Costa
Ramon Bezerra Dutra
Maria Cristina Santos Costa

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS
Guitarra - Roges Junior
Baixo - Manoel Salustiano
Bateria - Arthur Amorim
Canto - Júlio César, Jackson Ferr, Ezra Mattivi, Elisabete Nascimento, Judete Silva.
Flauta - Lílian Rodrigues
Percussão - Grupo Dona Mariquinha

PROFESSORES(a)
Violão - Ezra Mattivi
Técnica Vocal e Canto - Jackson Ferr
Piano e Teoria Musical - Janeo Amorim
Fotos Rose Dias

terça-feira, 14 de junho de 2011

Dona Mariquinha no "Clima Bom de Jorge Calheiros"



A Articulação pela Cultura Popular e Afro-Alagoana convida para grande festa em homenagem ao cordelista Jorge Calheiros:


O CLIMA BOM de JORGE CALHEIROS – Cordéis e Outros Encantos



A Articulação propõe uma justa homenagem ao cordelista Jorge Calheiros, que com 72 anos de idade, semi-analfabeto, morando a mais de 50 anos no bairro do Clima Bom, funde em alquimia o humor, a criticidade e o registro histórico no cerne dos folhetos que escreve, popularizando de forma maciça a literatura de cordel alagoana.

A literatura de cordel em Alagoas tem alcançado considerável crescimento e chamando a atenção de pessoas de todas as faixas etárias que buscam ler, pesquisar, e praticá-la. Esta forma de linguagem e comunicação tornou-se comum nas diversas mídias e eventos das empresas públicas e privadas, e os estudantes passaram a usar o cordel em seus trabalhos escolares e acadêmicos, até mesmo as grandes emissoras de TV do Brasil já atentam para a força e originalidade da literatura de cordel.

Escritores e escritoras cordelistas retomaram a esperança e voltaram a produzir seus escritos versificados, metrificados e rimados. E neste contexto o poeta popular Jorge Calheiros foi o que mais ganhou notoriedade e contribuiu para a repopularização da literatura de cordel, através da originalidade e genialidade dos seus textos e pela forma única de declamar de cor seus mais de 80 títulos publicados. Jorge Calheiro tem dado uma inegável contribuição para a cultura alagoana, sendo constantemente chamado para se apresentar e palestrar em diversos municípios de Alagoas, Sergipe e Bahia, levando e elevando a nossa cultura popular nos lugares por onde anda.

O CLIMA BOM de JORGE CALHEIROS – Cordéis e Outros Encantos

Programação:
Coletivo AfroCaeté com participação especial de Izabel e Nany Moreno (Afoxé Oju Omin Omorewá);
Jogos de Cordéis;
Roda de capoeira dos grupos Muzenza e Guerreiros;
Poesia Musicada no Pandeiro;
Chau do Pife;
Bumba meu boi e Airê Iorubá (Núcleo Cultural da Zona Sul);
Luiz Alberto Machado;
Coco de Roda Renascer;
Dona Mariquinha;
Poesia de Gentileza de Diego Januário (CEPA Quilombo);
Jorge Calheiros e Demis Santana;
exibição do filme: O Matuto Zé Cará;
além de trios de forró e violeiros do Clima Bom.

Local: Praça do terminal dos ônibus do Osman Loureiro

Data: 18 de junho de 2011 (Sábado)

Horário: das 16 às 22 horas

Contatos: (82) 8852-4746 / 8845-4068

Texto com colaboração de Demis Santana

"Cultura Nordestina"





A Mesa Redonda sobre Cultura Nordestina foi realizada na tarde desta última segunda-feira (13/06/11) na Escola Estadual Monsenhor Luiz Carlos de Oliveira Barbosa, na cidade de Ibateguara, zona da mata de Alagoas. Mediados pela professora Luana Tavares, participaram da conversa o rabequeiro e compositor Mestre Natalício, a secretária de cultura Luciana Leite, e a vocalista e percussionista do Grupo Dona Mariquinha e do Maracatu Baque Alagoano Rose Mendonça. Alunos, professores e profissionais da área participaram, fazendo perguntas aos palestrantes.

Segundo Mendonça, eventos como este, são fundamentais para consolidar a cultura regional dentro das escolas principalmente nesse momento em que Ibateguara passa por uma revitalização de suas ações culturais. É nesse momento que devemos colocar a nossa cultura em primeiro plano, ressaltou Mendonça.

Com o som da rabeca, Mestre Natalício encerrou a tarde de segunda-feira, para uma platéia atenta e animada.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Dona Marqiuinha e o Projeto Batukatu "Resgatando 29 de Junho", às 19hs, no Alto de Ipioca, terra de Floriano Peixoto.



Nossa Terra, Nossa História :
"Militar e estadista alagoano. Segundo presidente do Brasil, Floriano Vieira Peixoto é responsável pela consolidação do regime republicano. Nasce em Ipioca, filho de lavradores pobres, e é criado pelo tio e padrinho, o coronel José Vieira de Araújo Peixoto.
Cursa o primário em Maceió e a Escola Militar no Rio de Janeiro, para onde é mandado aos 16 anos. Revela distinção e bravura no Exército, especialmente na Guerra do Paraguai, da qual participa até o desfecho, em Cerro Corá, trazendo como lembrança a manta do cavalo de Solano López."
www.algosobre.com.br

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dona Mariquinha no Projeto "Intervalo Cultural"




Acredito que a Educação e a Cultura devam caminhar lado a lado, e para isso acontecer às políticas educacionais precisam estar voltadas para a educação contemporânea, tendo a arte como instrumento fundamental para a formação humana, passando assim a escola a ser um centro irradiador de cultura.
Levar apresentações artísticas para o ambiente escolar é uma forma de contribuir para o aprendizado, desenvolvimento e formação de nossas crianças e adolescentes, e não apenas os entreter.
E falando da nossa cultura popular, aquela que nasceu e floresceu desde que Frei Henrique Soares de Coimbra celebrou a primeira missa na Bahia, em 1500, cito o cordel de Rafael Nepomuceno Oliveira , aluno do Instituto Educacional "O Canarinho", Fortaleza-CE, falando sobre a educação no Brasil:
E salve a cultura popular !!!
"Agora eu vou falar
De um mundo fácil não
Tô falando do Brasil
E da nossa educação
Tô falando da escola
E da alimentação

Onde está nosso governo
E a sua obrigação ?
Fazendo poucas escolas
Cadê a educação ?
Sem ajudar as crianças
É muita preocupação".

Fotos Rose Dias

domingo, 22 de maio de 2011

Mestra Edileusa canta uma marcha de Baiana, e nos diz como sua vida e o folguedo estão entrelaçados.

"Uma Tarde com Mestra Edileusa"







Dia sem muita animação, tarde de um domingo chuvoso... Até chegar a casa da Mestra Edileusa; que vitalidade, que memória, que alegria. Fomos muito bem recebidos pela Mestra de Baiana, moradora da linda praia de Guaxuma.

Ao entrar em sua casa a primeira alegria; a enorme boneca “Vitalina Deusa do carnaval” nos esperava a soleira da porta muito bem arrumada e ficou ao nosso lado durante toda a tarde, uma honra, afinal ela é uma criação do Mestre Benedito, pai da Mestra Edileusa, que á 55 anos sai todos os sábados de Zé Pereira, à meia noite, pelas ruas “da Guaxuma” convocando a todos para “brincar o carnaval”.

Mestre Benedito criou Vitalina que no início era vestida de folhas de bananeira para que saísse acompanhando o Bloco da Mocidade. Após algum tempo, seu Pedro Vieira sugeriu ao Mestre que fizesse uma roupa mais bonita pra Vitalina, como “o mar num tava pra peixe”, a solução foi vestir Vitalina com um lindo vestido de estopa, estopa essa dos sacos de mercadorias que chegavam ao Barracão (espécie de mercadinho onde se vendia de tudo um pouco), para que ficasse mais bonito enfeitaram o vestido com papel crepom.

O tempo foi passando, as coisas melhorando, Vitalina a cada ano que saia ganhava um dinheirinho (quem gostava da festa doava algum dinheiro para ajudar nos festejos do próximo ano) e então começou a ter vestido bonito todos os anos. Antes de Mestre Benedito morrer, pediu a filha Edileusa que não deixasse Vitalina sair se não fosse com um vestido bonito, e assim o compromisso é mantido, todo ano lá está Vitalina com seu vestido/fantasia novinho para desfilar pelas ruas e até viajar, pois é! Ela recebe convites para ir para outros bairros e cidades próximas, além de ser figura certa no tradicional Banho de Mar a Fantasia, sua última vestimenta foi de cigana.

Procuramos Mestra Edileusa para sabermos um pouco mais sobre as “Baianas”, folguedo típico de Alagoas, Alagoas do baianá. Encontramos isso e muito mais! Além de Mestra Edileusa, encontramos um enorme acervo (mental e um caderno encantado) da irmã do Mestre Benedito, Mestra Antonia, tia da Mestra Edileusa, que faleceu a dois meses com 96 anos de idade, encontramos também o Bloco Mocidade com sua linda Vitalina e a Ciranda de Trupé, folguedo típico do litoral norte de Alagoas, que infelizmente não vemos mais em nossas festas e que Mestra Edileusa fez questão de cantar e dançar para que não perdêssemos nadinha.

Matulão (espécie de trouxa típica do nordeste) cheio, sorriso no rosto, saímos felizes, satisfeitos e agradecidos pela oportunidade rara que tivemos e pelo maravilhoso baú de sabedoria que nos foi aberto.

Texto Rose Mendonça

quarta-feira, 11 de maio de 2011

13º Festival de Músicas do Mundo



A 13.ª edição do FMM acontecerá em Sines, Portugal, em dois fins de semana de Julho: 22 a 24 (sexta à domingo) e 27 a 30 (quarta à sábado), mostrando “as melhores músicas do mundo para todo o mundo”.
Trinta e cinco espetáculos de vinte e três países no maior evento português de músicas do mundo. Sete dias de concertos nos palcos históricos do Castelo medieval e da Praia Vasco da Gama.
As músicas da África lusófona, do Brasil, da Galiza e da Extremadura espanhola, próximas, mas universais, são representadas por alguns dos artistas mais bem-sucedidos do último ano, casos do cabo verdiano Mário Lúcio e da galega Mercedes Peón, cujos novos discos ocuparam durante semanas primeiros lugares nos “charts” europeus de músicas do mundo em 2010 e 2011. O Brasil estará muito bem representado pela paulistana Luísa Maita, autora de “Lero-Lero”, um dos discos brasileiros com maior atenção internacional em 2010, com especial destaque pra faixa "Fulaninha", inspirada nos ritmos nordestinos, que estréia em Portugal no palco do Castelo, às 21:30hs no dom, 24.
O festival também tem o programa de iniciativas paralelas, com exposições, ciclo de cinema, ateliês para crianças, feira de discos e de livros, conversas com artistas e escritores, animação de rua, DJ’s e Rádio FMM. Parte da programação do Festival é gratuita.
http://fmm.com.pt/

terça-feira, 10 de maio de 2011

Oficina de Pandeiro Moderno dias 19, 20 e 21 de maio



A oficina de pandeiro moderno, ministrada pelo músico Claudino Santana, no Teatro de Arena Sérgio Cardoso (anexo ao Teatro Deodoro), acontecerá dias 19, 20 e 21 de maio com inscrições no valor de R$ 120,00.
Nesta oficina o aluno aprenderá a diferença entre a técnica tradicional e a moderna, utilizada por ícones como Jorginho do Pandeiro e Marcos Suzano que partem do princípio de tocar o pandeiro "ao contrário", isto é, tomando como tempo forte não a batida do polegar, mas a das pontas dos dedos contra a pele do pandeiro. Outro ponto abordado na oficina será a microfonação, diferença entre timbres, aplicabilidade, afinação, adequação do instrumento de acordo com o gênero musical, ritmos e rudimentos são temas recorrentes que também farão parte do conteúdo deste workshop.
A oficina é uma parceria entre Claudino Santana e a Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas e faz parte das ações promovidas pela DITEAL pela passagem do Dia Alagoano do Teatro.

Outras informações sobre a oficina:

Dias: 19, 20 e 21 de maio
Horários:
- 15h às 17h - Intermediário e Avançado com até 10 vagas
- 19h às 21h – Iniciantes com até 12 vagas
Inscrições no Teatro Deodoro das 09h às 12h (com Mônica) das 14h às 17h (com Carla)
Informações: (82) 3315-5665 / (81) 9744-2349 (produção)
Pandeiros disponíveis durante as aulas
Métodos a venda
Fonte: ascomteatro.blogspot.com

Oficina de Confecção de Instrumentos





Está acontecendo desde o dia 06 de maio de 2011 a "Oficina de Confecção de Instrumentos" - Alfaias e Xequerês, sobre a batuta do Profº Wilson Santos na Escola Técnica de Artes. Com duração de um mês a Oficina tem duas opções de turmas: 9h às 12h e 14h às 17h. Os interessados devem procurar a secretaria da ETA, localizada na Praça Sinimbú.

Fonte: www.ufal.edu.br


quarta-feira, 4 de maio de 2011

XV CONGRESSO BRASILEIRO DE FOLCLORE



História e Folclore: caminhos que se entrecruzam


Acontece entre 11 e 15 de julho de 2011 o XV Congresso Brasileiro de Folclore. Durante esses dias, aproximadamente uma centena de pesquisadores de todo o Brasil estarão juntos se encontrando em São José dos Campos para discutir a partir do eixo temático História e Folclore: caminhos que se entrecruzam.
Se você se interessa pelo assunto, tem aqui uma oportunidade única. Além de aprender e debater com figuras importantes nas mesas-redondas e painéis, participar ativamente de grupos de trabalho, oficinas e vivências, os congressistas poderão conhecer São José dos Campos, no Vale do Paraíba, e vivenciar um pouco da riqueza do Estado de São Paulo no evento que acontece paralelamente no mesmo local, o “Revelando São Paulo”, um festival de cultura tradicional paulista.
Fonte: xvcongressodefolcloresp.org

quarta-feira, 27 de abril de 2011

"Guerreiro Treme Terra de Alagoas"







Salve, salve Mestre Benon !!!

"Chau do Pife"



“Um dos maiores tocadores de pífano do Brasil dedica sua vida a um único instrumento e dele tira seu sustento, é o alagoano Chau do Pife que tem o instrumento até no nome.”

quinta-feira, 21 de abril de 2011

"Uma Janela para o Mundo"



"É uma janela encantada o recanto que eu abito
De onde admiro a cidade no seu momento mais bonito:
O toque da Ave-Maria na capelinha distante,
E o mágico pôr-do-sol, multicor e radiante..."


Trecho Poema Oriza Martins
Foto Rose Dias
Arte Harry Firmo

"Páscoa Nordestina"




Os Caretas de Iguatu
Costume trazido pelos portugueses e espanhóis para toda a América Latina, a malhação do Judas ou queima de Judas no sábado de aleluia, é uma tradição das comunidades que aos poucos está desaparecendo dos grandes centros, restringindo-se cada vez mais as cidades interioranas.
No interior do Ceará, mais precisamente na cidade de Iguatu, conhecida como a terra da telha, essa tradição se mantém viva. Próximo à Semana Santa, é possível ver a presença maciça dos “Caretas” nas ruas da cidade, acompanhados de música, trajando roupas enfeitadas e usando máscaras, eles saem pedindo prendas para a quebra do jejum da quaresma, para que no sábado de Aleluia seja feita a Malhação do Judas. A tradição diz que quem nega a doação poderá ter problemas no resto do ano, por esse motivo no final do dia à comissão tem arrecado boa quantidade de alimentos, que serão postos no “Sitio do Judas”, local onde acontece a malhação do boneco do Judas.
Os Caretas são jovens estudante e crianças da zona rural da cidade que mantêm viva a tradição religiosa e pagã. Quando mascarados se transformam em soldados que vão proteger o Judas dos invasores ,que tentam roubar o Judas e as doações, antes da meia-noite do sábado de Aleluia. Os corajosos que tentam pegar os alimentos postados sobre uma mesa, logo abaixo do “Judas”, são chicoteados pelos Caretas, e aqueles que conseguem pegar algum alimento ou bebida, ficam com ela para si. É uma espécie de prêmio para aqueles que se metem em meio aos mascarados.
Diz a tradição que os bonecos de pano ou de palha, devem ser pendurados em postes de iluminação e/ou galhos de árvores, sendo rasgados e queimados logo em seguida. A brincadeira é quase sempre realizada nos sítios e/ou em áreas livres, na noite da Sexta-Feira Santa para o sábado de Aleluia. A brincadeira relembra a trajetória de Cristo rumo ao calvário onde os carrascos espancavam o salvador, e os “caretas” representam aqueles que se escondiam por traz das máscaras para cometer esta que foi a maior injustiça de todos os tempos.
Fonte: www.iguatu.org

terça-feira, 19 de abril de 2011

"4 ª Copa Benedito Bentes Capoeira"



Aqui só tem Bamba !

Grupo Muzenza Capoeira
Premiação em Dinheiro
Organização: Instrutor Carlinhos
Supervisão: Mestre Girafa
20, 21 e 22 de Maio de 2011.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

"16 de Abril Dia Mundial da Voz"



A VOZ E O CANTO
O Dia Mundial da Voz, comemorado em 16 de abril, foi instituído em 1999 pela Sociedade Brasileira de Laringologia e serviu de modelo para o mundo como um momento único para que se discuta, debata e esclareça a importância dos cuidados com a voz.
A voz é um instrumento vivo. Através de exercícios e da prática regular de aulas de canto, você poderá melhorar cada vez mais a qualidade desse instrumento. Cada pessoa tem uma voz única e especial. Para cada voz, uma personalidade diferente. Toda pessoa carrega consigo seu próprio instrumento, inserido em seu corpo, com características fisiológicas e psicológicas singulares. Por isso, tentar aplicar um sistema de canto para todos é impossível - cada voz requer tratamento individualizado.
Em relação à voz, é necessário que funcione em solidariedade com todo o organismo.
Impostação vocal não é coisa que se faça em série. É pessoal - diferente para cada um. Para cada aparelho fonador, uma técnica vocal própria para ele. É como fazer uma roupa com as medidas corretas para aquela pessoa.
A técnica vocal é única , individual e se adapta a cada voz.
Não é somente a técnica vocal que importa. O que importa, na verdade, ao lado da técnica vocal, é a personalidade vocal, isto é , fazer de cada ser humano uma fonte de expressão sonora própria e não um robô vocal.
www.diamundialdavoz.com

"Onde fica a nossa casa, onde é nosso lugar"



SESC Centro Maceió-AL

O Grupo Dona Mariquinha inicia um novo ciclo em sua trajetória; após algum tempo de negociações conseguimos um espaço adequado e confortável para nossos ensaios, um belo casarão histórico construído no século XIX que abriga a Unidade Centro do SESC, voltada exclusivamente às ações culturais.
Com essa parceria com o SESC-CENTRO aqui em Maceió, temos a certeza de poder desenvolver nosso trabalho de forma ainda mais apurada e caprichada, contribuindo de forma efetiva com nossa cultura.
Agradecemos ao Sesc, especialmente a pessoa de Júlio César por sua orientação e compreensão.

"Dona Mariquinha foi beber na fonte"







Seguindo nosso caminho e nosso objetivo de pesquisar Folguedos, Danças, Grupos Folclóricos e a trajetória dos grandes Mestres da nossa Cultura Popular, visitamos no domingo passado Mestre Benon do Guerreiro Treme Terra de Alagoas, pois como ele bem disse, treme terra pode até ter outro mais de Alagoas é só o dele.
O Guerreiro nasceu do Reizado por volta de 1923, é um alto natalino genuinamente alagoano, de caráter dramático, profano e religioso. Acompanhado de sanfona, pandeiro e tambor as figuras cantam e contam a história da chegada do Messias e a homenagem dos três reis magos, sob o comando do mestre e de sua espada.
Nascido em Pernanbuco Mestre Benon veio pra Alagoas, pra cidade de Cajueiro, com apenas dois meses de idade. Quando tinha 7 anos começou a dançar Guerreiro, lá ficando até os 12. Aos 15 anos mudou-se para Salvador ficando por lá até ser convocado pra guerra, idade que compôs sua primeira peça (música feita para o guerreiro) e assim voltou para Alagoas para iniciar o treinamento, aqui ficando.
Em 1980 nasce o Guerreiro Treme Terra de Alagoas sob o comando do Mestre Benon, como bem disse o Mestre: “Nós já quebramos muito palanque por aí se apresentando com o Guerreiro", ou seja, a terra literalmente treme quando o Guerreiro chega.
Hoje o Guerreiro Treme Terra de Alagoas ensaia aos sábados à noite, na casa do Mestre, que fica na Chã de Bebedouro, e se apresenta pelo mundo afora, é só mandar chamar.

Obrigada por tudo Mestre!!!

Texto Rose Mendonça

terça-feira, 12 de abril de 2011

Dona Mariquinha no Projeto “Intervalos Culturais”, Escola Fernandes Lima, quarta, 04, às 9h.


O Grupo Dona Mariquinha estará se apresentando na Escola Fernandes Lima, no bairro do São Jorge, em Maceió, na próxima quarta-feira, na abertura do Projeto “Intervalos Culturais”, onde a Coordenadora da 13º Regional de Ensino, fará a entrega de violões aos alunos, dando início ao projeto.

domingo, 20 de março de 2011

Oficina de Maracatu



Já estão abertas as inscrições para a Oficina de Maracatu do Baque Alagoano. Custa apenas R$ 20,00 (vinte reais) mais 1kg de alimento não perecível. Mas, atenção, as vagas são limitadas.

O evento ocorrerá durante os sábados do mês de Abril, começando no dia 2 (ver flayer acima). A proposta para 2011 é possibilitar aos participantes maior tempo de estudo de cada instrumento que faz o ritmo do Maracatu. Além disto, pretende-se chamar a atenção dos oficineiros para a importância dessa manifestação para Alagoas e para a cultura em geral.

Contatos:

baquealagoano@gmail.com

mbaquealagoano@gmail.com

Andressa: (82) 9326-0669

Rômulo: (82) 9997-4515

Pablo: (82) 8844-1340

Fonte: maracatubaquealagoano.blogspot.com

"Fim do verão, início do outono ..."



Período de mudanças, fase q favorece o amadurecimento...

Águas de Março

Tom Jobim

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
pau, pedra, fim, caminho
resto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Agradecimento



Convidados por Wilson Santos para abrir o Show da Orquestra de Tambores de Alagoas, na Feira das Nações, realizada no Centro de Convenções em Maceió, a sensação foi de enorme responsabilidade. Primeiro porque conhecemos e admiramos o trabalho deste grande percussionista alagoano. Em segundo lugar, por sermos fãs da Orquestra de Tambores.
Nós preparamos e fomos dar o nosso recado.
Como nosso trabalho tem como característica a interação de forma intensa com o público – afinal, o canto popular nasceu do povo, acompanhado apenas de percussão, como é nossa proposta – resolvemos fazer uma intervenção, tocando, cantando e dançando pela feira até chegarmos ao palco.
No palco, começamos a nossa apresentação. Para nossa surpresa, as crianças começaram a subir no palco e dançar conosco. Um momento muito significativo, já que é o interesse da juventude é que garantirá a continuidade de nossos folguedos.
Na platéia, muitas pessoas especiais como Gal Monteiro, Marcos do Restaurante “Bodega do Marquinhos”, Demis Santana, Cristhiano Barros do Coletivo Afrocaeté além dos nossos amigos do Maracatu Baque Alagoano, a quem fizemos uma singela homenagem, cantando músicas de maracatu e convidando-os para subir no palco com seus instrumentos e nos acompanhar.
Fizemos bonito!!!
Obrigada Wilson por ter nos proporcionado esse momento tão especial.

Texto Rose Mendonça
Foto Rose Dias

sábado, 12 de março de 2011

"08 de Março Dia Internacional da Mulher"



Se Não Tivesse Sido Agora
Se não tivesse sido agora, faria ter sido antes
É que todo homem diante do amor treme
Eu não, eu sou diferente, sou mulher!
Fraca, fresca, fria, fútil...nada disso,
Forte, fogosa... Faminta!
Mulheres até choram, mas nunca tremem...
Homens...ah, esses sim!
Todo homem chora diante da morte.
Valorosos, viris, vistosos, vorazes...não!
Vis, vãos, vacilantes...
Se tivesse sido antes...não estaria pronta.
Toda mulher diante do parto é mãe.
Generosa, geradora, genitora ...gente.
Todo homem diante do parto é menino...
Sêmen, semente, sedutor...sexo.
Se não estivesse pronta... não teria sido agora.
Porque toda morte diante da mulher treme,
Porque todo amor diante do homem chora!
Adriana Moraes Galvão

O Outro Lado da Folia




Carnaval. festa marcante em minha vida.
Lembro de maravilhosos momentos, grandes momentos, felizes momentos e em minha infância e adolescência.
Morava no interior. E como era boa a folia por lá...
Durante o dia, esperávamos com ansiedade a hora em que os “Bobos” iriam passar. Eram adultos fantasiados de uma maneira que ninguém conseguia identificar. Eles vinham em bando, cantando e tocando,. Bebiam, comiam, dançavam e saíam para alegrar outras casas, nos deixando encantados e curiosos. E ai, os mais afoitos e corajosos seguiam os “Bobos” com suas lanças plásticas multicoloridas, que lançavam jatos de água, numa guerra desleal, pois os “Bobos” com tantas roupas nem sentiam os pequenos jatos que diminuíam por quase que evaporarem ante o tremendo calor que se fazia.
Para completar a folia, íamos para matinê, devidamente fantasiados, com nossos saquinhos de confetes e serpentinas para continuar a brincadeira, costume que até hoje mantenho. Só saio no carnaval com meu saquinho de confetes e serpentinas e no momento em que jogo me reporto à infância ao ver aqueles pontos coloridos flutuando no céu e girando no ar como se fosse um sonho. Sonho esse de que fui acordada ao ver um cordeiro* olhando com olhos de menino para o rodopio da serpentina no ar, não tive dúvidas e me aproximei, oferecendo e o convidando para brincar me remetendo ao passado feliz. E qual não foi minha surpresa;,ele olhou meio que desconfiado para os lados e meteu a mão no saquinho começando a jogar confetes pelo ar. E u vi a felicidade de um menino por alguns segundos em seu olhar, Momento ímpar onde não usamos palavras. Nossa atitudes e olhares se entenderam no meio do turbilhão do carnaval.
*os seguranças de blocos, que seguram a corda para separá-los da multidão.
Texto Rose Mendonça
Foto pelas lentes de Rose Mendonça
(Autorizada)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Carnaval

ABRE ALAS
(Chiquinha Gonzaga, 1899)

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar

O Carnaval sem dúvida alguma é a melhor festa do ano, por conta da maravilhosa mistura que acontece durante esses quatro dias de encantamento. Fico maravilhada quando vejo essa miscelânea de fantasias quase sempre escolhidas para mostrar algo q você tem de muito bem guardado, lá no fundo de sua essência.
Imagine um mundo onde ao olhar para uma esquina você vê um grupo de batuqueiros tocando sem parar, um “bicho pet” voando pelo ar, dezenas de “negas da costa” com suas saias a girar, e tudo isso mesclado com pierrots e colombinas, piratas e oncinhas, palhaços e odaliscas, mágicos e ciganas, negões black power e passistas de escolas de samba e tantas outras fantasias que fazem você entrar em um verdadeiro mundo de magia.
Este é o Sr.Carnaval, festa popular mais animada do mundo, que tem sua origem nos “entrudos” portugueses que aconteciam em um período antes da quaresma e por isso tinham todo um significado de liberdade, que felizmente se mantém vivo até hoje.
Que rufem os tambores, que toquem os clarins, que se de os apitos inicias porque o Carnaval está ai !!!

Texto de Rose Mendonça

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

É com muito orgulho que divulgo essa turma:




“A Turma da Rolinha”

Conhecido como o bloco mais charmoso de Maceió, a Turma da Rolinha, uma associação cultural sem fins lucrativos, nasceu dia 06 de fevereiro de 1999, quando 75 corajosos sonhadores saíram frevando, ao longo da praia de Pajuçara. Esses animados foliões se divertiram e pularam no causticante sol do meio-dia ao som de marchas e frevos tradicionais e do hino do bloco, que teve sua letra composta por Nilton Mendonça, melodia de Ivonilton Mendonça e arranjo e introdução de José de Albuquerque. Já naquele ano, o bloco e sua bandinha, composta por nove componentes, se fizeram notar desde o Sete Coqueiros até o Alagoinhas, causando grande admiração.
Com o passar dos anos, o desafio foi crescer sem perder o fio da meada, o tino que nos fez jurar para nós mesmos, que seríamos fiéis ao frevo, a nossa terra, aos nossos músicos e músicas, sempre dizendo um sonoro não a política dos políticos e um esplendoroso sim a política das boas amizades e da defesa dos nossos ideais.
Hoje, vencidos os desafios que se apresentaram, temos o orgulho de dizer que crescemos na proporção certa, prezando pela qualidade e organização. Nosso décimo desfile, acontecido no pré-carnaval passado, levou aproximadamente 1100 pessoas trajadas com nosso kit-rolinha, o melhor em qualidade e beleza, dando-nos o destaque de ser o primeiro bloco de Maceió a oferecer uma sombrinha de frevo ao seu folião.

Desfile Carnavalesco

Nosso desfile sempre acontece uma semana antes do sábado de Zé Pereira e retrata um tema diferente a cada ano.
Atualmente, são confeccionados 1.200 kits-rolinha, compostos de camisa, boné e sombrinha de frevo.
Oferecemos trio elétrico, caminhão de bebidas, vendidas a preço de custo para os rolinheiros, bonecos gigantes e ainda o "Banho da Rolinha" para abrandar o calor. Além disso, há o "Ninho da Rolinha" e distribuição de confetes e serpentinas para a meninada.
Uma empresa de segurança garante a tranqüilidade do bloco, enquanto a orquestra de frevo Fogo-Pagô e cantores convidados fazem a alegria contagiante dos foliões rolinheiros.
O desfile é custeado pela colaboração dos rolinheiros que adquirirem o kit-rolinha e pelo patrocínio de empresas parceiras que apóiam e confiam na Turma da Rolinha.


Data: sábado anterior ao sábado de carnaval.
Horário: a partir do meio-dia.
Local: Concentração na Praça Multieventos e saída em direção ao Clube Alagoinhas.
Atrações:Banho da Rolinha
Bonecos Gigantes
Carro de Apoio
Ninho da Rolinha
Trio Elétrico
Orquestra de Frevo Fogo-Pagô e Cantores convidados.


Kit-rolinha: camisa, boné e sombrinha de frevo.
Informações:
(82) 3337-4157
(82) 9982-1615
(82) 9981-4266
contato@turmadarolinha.com.br

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

" Grupo Dona Mariquinha " na Festa dos Calouros na UFAL !!!






Comitê RU para todos:

Tudo o que não lhe contaram no trote e que você precisa saber CALORADA !!!

Local: Pátio do ICHCA
Horário: Começando as 14hs até ...
Dia: Sexta, 18/02/11.

Atrações:

AL-CAOS
DONA MARIQUINHA (20:00)
VEMAGHEP
FAVELA SOUL
ORGASMO NERVOSO
E MUITO MAIS !!!

Prestigiem, esperamos por vcs !!!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

"Dona Mariquinha prestigia o Poesia Musicada no Pandeiro".



"Minhas Alagoas São Outras" – este é o nome do show da banda Poesia Musicada no Pandeiro que leva ao palco a combinação belíssima entre música e poesia, nascida da mais autêntica expressão da cultura popular alagoana, o coco. O show acontecerá a partir das 21h, no sábado dia 12 de fevereiro, no Bombar (antigo Casa Amarela), couver 3 reais.
A Poesia Musicada no Pandeiro tem um pouco de teatro e declamação já conhecido do público, porém a banda apresentará novidades interpretando algumas músicas consagradas.
Violão, contrabaixo, zabumba triangulo e pandeiro, mistura que proporciona um ritmo reflexivo e dançante. Fernando Pessoa, Jorge de Lima e Florbela Espanca são alguns dos nomes que fazem parte do repertório do show, se você gosta de poesia combinada com boa música não perca.
O grupo é formado por: Rogério Dias (voz); Fagner Dübrown (pandeiro); Tiago Franja (baixo); Téo (zabumba); Gustavo Rolo (violão) e Andréia Carvalho (dançarina).
Fonte: alagoas24horas.

O Grupo Dona Mariquinha estará assistindo e prestigiando os nossos amigos do " Poesia Musicada no Pandeiro" e convida todos os nossos amigos, seguidores e colaboradores , até !!!

Foto de Rose Mendonça e Fagner Dübrown.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

" Dona Mariquinha no Forrozão 800 "



O Grupo Dona Mariquinha estará se apresentando ao vivo na Rádio Palmares AM 800, no Programa "Forrozão 800" do Cantor Messias Lima, Sexta, 11, às 15:00hs. Sintonize e nos prestigiem !!!


Foto de Rose Dias
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