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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

"22 de Agosto Dia do Folclore"



O Folclore

Você sabe o que é folclore?
Vou lhe dar a explicação:
É tudo aquilo que vem do povo
Que nasce livre no coração.

Tem a lenda da mãe d’água.
Tem história do saci,
Do curupira, vitória-régia,
Do caipora, jurupari.

Tem cantigas de criança.
Tem modinha, tem lundu.
Tem muito samba, baião e frevo,
cateretê, maracatu.

Os ditados populares
Mostram o que o povo sente.
“Quem não tem cão, caça com gato”.
“Olho por olho, dente por dente”.

Nosso povo adora festa,
Corpo de Deus tem procissão.
No carnaval tem batucada
E tem fogueira no São João.

Minha terra tem de tudo.
Tem angu, tem mungunzá.
Tem carne seca, tem rapadura.
Tem curau, tem vatapá.

Tudo isso, podes crer
Foi do povo que saiu.
É do folclore da nossa gente,
da gente boa do meu Brasil!



Fonte: educandocomcarinhoo.blogspot.com

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

"Dia do Folclore 2011"

Valorizando a Tradição

Guerreiro, Pastoril, Baianas, Bumba meu Boi, Coco de roda, Fandango, Quilombo, Taieiras, Toré e muito Maracatu! Essas serão as trilhas sonoras na comemoração do dia do Folclore realizada no Mirante do Jacintinho, Conjunto Osman Loureiro, e na Avenida Silvio Viana na praia da Ponta Verde, promovido pela Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC).
No sábado, 20 de agosto, o Maracatu Baque Alagoano se apresenta no Conjunto Osman Loureiro às 21h, e no domingo 21 de agosto, o evento tem início às 13h na orla da Ponta Verde - Pajuçara, onde, tradicionalmente, fica proibido o trânsito de carros. Após a apresentação de palco, o Baque Alagoano saíra em cortejo pela orla. Tarde perfeita para reunir a família, amigos e prestigiar a rica cultura alagoana.

Fonte: www.maracatubaquealagoano.blogspot.com

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

"Oficina de Maracatu"



BATUQUE OU DANCE NO MARACATU BAQUE ALAGOANO
Maracatu Baque Alagoano abre vagas para percussão e dança
Oficinas acontecem aos sábados deste mês de setembro, em Jaraguá; objetivo é ampliar número de batuqueiros e de dançarinos do grupo.
O Maracatu Baque Alagoano está com inscrições abertas para oficinas de percussão e de dança. Atividades iniciam no dia 3 de setembro, na Fundação Municipal de Ação Cultural, em Jaraguá e prosseguem nos dias 10, 17 e 24 de setembro, na Praça Marcílio Dias, no mesmo bairro. A taxa de inscrição é de R$ 20,00 mais 1 kg de alimento não perecível, para uma ou outra oficina. No caso da de percussão, o número de vagas está limitada a 50 inscrições.
Os participantes terão a oportunidade de desenvolver a habilidade para tocar instrumentos de percussão como alfaia, agogô, caixa, gonguê e xequerê, ou para dançar ao ritmo diferenciado do maracatu. O objetivo é ampliar o número de batuqueiros e de dançarinos do grupo. As inscrições podem ser feitas pelos telefones 93260669 (Andressa) e 99974515 (Rômulo). Maiores informações através do endereço eletrônico baquealagoano@gmail.com ou através do blog maracatubaquealagoano@blogspot.com.
As oficinas do primeiro sábado, dia 3 de setembro, acontecem na Fundação Municipal de Ação Cultural, no horário de 8 as 12 e de 14 as 18 horas. Nos demais sábados, 10, 17 e 24 de setembro, acontecem na Praça Marcílio Dias. A fundação – órgão que apoio essa iniciativa do Baque Alagoano - e a praça ficam nas proximidades da Capitania dos Portos, em Jaraguá. No ato da inscrição o interessado deverá optar entre uma ou outra oficina.
Histórico do Grupo
Fundado em março de 2007 em Maceió, o grupo realiza desde então oficinas de percussão, inovando este ano com a realização também de oficinas de dança. Conta atualmente com cerca de 70 membros e um dos propósitos maiores é contribuir com o desenvolvimento e fortalecimento da cultura de nosso Estado.
Associação organizada e atuante, cada vez mais reconhecida no cenário cultural alagoano, o Baque Alagoano desempenha seus trabalhos sem distinção, sendo aberto a todas as camadas sociais. O grupo reconhece a ligação do maracatu com a cultura negra e se identifica com ela através da sua música, vestimentas e ações inclusivas.
Um dos seus fundamentos é a valorização da cultura alagoana, refletida no repertório de maracatus e loas que contemplam e fazem releituras de folguedos e manifestações da cultura local. A cada ano o Baque homenageia um folguedo ou um mestre da cultura popular alagoana, como é o caso da “Nega da Costa” em 2011, folguedo de Quebrangulo que completou cem anos em 2010.
O Maracatu Baque Alagoano realiza atividades durante todo o ano, participando de apresentações e eventos que acontecem por ocasião do mês do folclore, por exemplo, do carnaval (Jaraguá Folia) ou da semana da consciência negra. Este ano, em setembro, será uma das atrações do Maceió Music Festival e se apresentará também na II Feira Literária de Marechal Deodoro (Flimar). Também faz parte da sua agenda atividades culturais e sociais em favor de comunidades carentes em nossa capital.
Fonte: www.maracatubaquealagoano.blogspot.com


Após o sucesso da estréia, com o show do músico João Albrecht e o poeta Ricardo Cabus, o projeto Palavra Mínima, iniciativa da Comusa – Cooperativa dos Profissionais de Música do Estado de Alagoas e Instituto Zumbi dos Palmares prossegue, desta feita, trazendo ao público a música do “Poesia Musicada no Pandeiro” e a poesia de Emanoel Galvão, mostrando a possibilidade de interação entre segmentos artísticos diversos.
Do Projeto
O projeto Palavra Mínima tem o objetivo de criar mais um espaço para veiculação da arte produzida em Alagoas.
Trata-se de um empreendimento cultural consistente na produção de espetáculos a acontecerem no Teatro Linda Mascarenhas, envolvendo diversas manifestações artísticas, com a predominância da música.
A finalidade é integrar a música e a literatura, contando com a presença de um escritor participando ativamente do espetáculo musical, lendo seus próprios textos.
Por ser um espetáculo musical impregnado de literatura, apresenta o desafio de proporcionar a sintonia entre a palavra cantada, a música dos compositores e intérpretes e os textos dos diversos autores alagoanos, buscando, assim, unir duas expressões, como produção única. Os artistas intervêm no trabalho do outro, enriquecendo-o e demonstrando que é possível a convivência harmônica na música, na literatura e, sobretudo, na vida.
Poesia Musicada no Pandeiro
Nascido de um encontro ocasional na Academia Alagoana da Boemia no qual o poeta Rogério Dias havia sido convidado para declamar poesias acompanhadas do pandeiro de Fagner Dübrown, o Grupo Poesia Musicada no Pandeiro reivindica em sua arte a mais autêntica expressão das culturas populares de alagoas e do nordeste do Brasil, incorporando ao seu repertório uma mistura de coco, embolada e poesia que tem encantado o público por onde passa.
Na batida do pandeiro de Dübrown e na força da voz estridente de Rogério Dias as expressões características dos palcos do teatro e da arte da declamação se encontram, formando um novo estilo do fazer popular defendido pela dupla.
E agora, acatando muitas sugestões dos fãs, a dupla de cantadores resolveu inovar e traz para seu público uma grande novidade: uma nova formação! Somando-se ao vocal de Rogério Dias e ao pandeiro de Fagner Dübrown, o violão sete cordas de Gustavo Rolo, o contrabaixo de Tiago Franja e a Zabumba pesada de Téo Batera veio acrescentar ao grupo uma mistura harmoniosa que proporciona um ritmo mais dançante e um tom mais reflexivo aos poemas de Jorge de Lima, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, entre outros declamados por Rogério Dias.
Pra completar essa maravilhosa melodia a dançarina de coco-de-roda Andréa Carvalho com sua pisada forte vem acrescentar graça e alegria por meio de uma interação com o público que logo se deixa contagiar pela energia positiva do coco alagoano.
Emanuel Galvão
Emanuel Lopes Ferreira Galvão (Emanuel Galvão), alagoano de União dos Palmares, nasceu em 11 de janeiro de 1967. Formou-se em Educação Artística pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió - CESMAC e fez pós-graduação em Artes Visuais. É professor, pintor, escultor e poeta. Flor Atrevida é sua primeira publicação pela Editora Quadrioffice do Paraná lançado na Bienal de 2007 nesta capital pela mesma editora pretende ainda publicar: O Domador de Palavras e Um Olhar Pela Janela e Acho a Vida Bela.
Serviço:
O que?
Projeto Palavra Mínima
Onde?
Teatro Linda Mascarenhas
Quando?
Sexta, 19 de agosto, 20 horas
Quem?
Poesia Musicada no Pandeiro e Emanuel Galvão
Quanto?
R$20,00 e preço promocional de R$10,00.
Uma realização:
Comusa e IZP
Apoio
Fundação Cultural Cidade de Maceió
Mucom – Museu do Comércio de Alagoas
Secretaria de Estado da Cultura
SEBRAE-AL
Pizzaria Santo Orégano

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dona Mariquinha na "AABB"



Homenagem ao mês do Folclore
A AABB realiza no dia 28 de agosto, domingo, uma homenagem ao mês do folclore.
O evento tem início a partir da 13:30h com a apresentação musical da cantora Kel Monalisa e violão, de 15h às 16h teremos o Grupo Folclórico Dona Mariquinha com seis componentes fazendo um show alusivo ao dia do folclore.

"É mais uma iniciativa da AABB que busca valorizar a cultura popular do nosso Estado", afirma o Vice-presidente cultural Wlamir Figueiredo.
Localização: Distrito de Pescaria, litoral norte, à 18km de Maceió.
Até lá!

Dona Mariquinha no "Aldeia Sesc Guerreiro das Alagoas 2011 - Overdoze"


A diversidade cultural e artística de Alagoas entra em cena mais uma vez na 6ª edição da mostra Aldeia Sesc Guerreiro das Alagoas. A jornada acontece de 19 á 28 de agosto, num total de 10 dias de atrações para todos os gostos: teatro, dança, circo, performance, folclore, música, cinema, artes visuais e literatura. Com ações gratuitas ou a preços populares, ocupando os espaços do Sesc Centro, Sesc Poço, Espaço Cultural da UFAL, Calçadão do Comércio de Maceió, Teatro Deodoro, Secretária de Estado de Cultura (SECULT) e, pela primeira vez, na comunidade de Riacho Doce.
Integrante da mostra Aldeia Sesc, o Overdoze traz 12 horas ininterruptas de ações culturais onde o público poderá assistir diversas propostas artísticas cênicas e músicas. Todas as ações do Overdoze acontecem na Rua: Barão de Alagoas, 229, Centro de Maceió (Teatro Jofre Soares, na rua e no Bar Panorâmico). Com essa dose de doze horas culturais se encerrará o: "Aldeia Sesc Guerreiro das Alagoas 2011".
PROGRAMAÇÃO OVERDOZE 2011

18h – Apresentação Circense com Sua Majestade o Circo
Local: Rua Barão de Alagoas, Centro
19h – Apresentação dos Cursos de Dança de Salão do SESC/AL
Local: Teatro Jofre Soares, Sesc Centro
19h30Apresentação dos Cursos de Ritmos Variados do SESC/AL
Local: Teatro Jofre Soares, Sesc Centro
20h – Apresentação do Guerreiro Treme Terra de Alagoas
Local: Rua Barão de Alagoas, Centro
21h - Performance “Ledo Ivo e a terra de Ledo Ivo’ com a ATA (Associação Teatral das Alagoas)
Local: Teatro Jofre Soares, Sesc Centro
22h – Espetáculo: Marina – Uma História de Cordel
Cia. Teatro da Meia-Noite
Local: Teatro Jofre Soares, Sesc Centro
23h – Banda Tridestilados
Local: Bar Panorâmico, Sesc Centro
23h – Performance Cabeça Para Abelhas, com Charlene Sadd
Local: Corredores do Sesc Centro
00h - Saudação de Tambores
Grupo Percussivo Baque Alagoano
Local: Rua Barão de Alagoas, Centro
01h – Apresentação Cênica
Local: Teatro Jofre Soares, Sesc Centro
02h – Grupo Dona Mariquinha
Local: Teatro Jofre Soares, Sesc Centro
03h – Eletro Dance – Programação com DJs
Local: Bar Panorâmico, Sesc Centro
05h30 – Performance Xeque Mate
Cia. Insanos
Local: Teatro Jofre Soares, Sesc Centro
06h – Café da Manhã
Local: Restaurante do Sesc Centro
Fonte: Sesc Centro Maceió.AL.

sábado, 30 de julho de 2011

"Dona Mariquinha, Mestre Benon e o Guerreiro do Amor""

Aprendendo um pouco sobre o guerreiro, folguedo genuinamente alagoano:

Em uma tarde com Mestre Benon do Guerreiro Treme Terra de Alagoas, sorvendo um pouco da sua sabedoria, descobrimos que o mesmo é antes de tudo um homem apaixonado; pela vida, pelas mulheres e pelo guerreiro. Contou-nos sobre um amor de sua vida que doeu tanto que dele surgiu uma peça (música do guerreiro), e descobrimos com isso que além das peças que formam o enredo fixo da história contada no guerreiro, podem existir peças extras falando sobre outros temas que o Mestre queira criar, sobre seu momento de vida ou sobre sua realidade de uma forma geral.

“Eu namorei uma galega

Lá na Serra Negra ninguém vai

Meu guerreiro vai

No som de baiana

Pois a nossa fama é de mais”

Mestre Benon


E por ai vai...



terça-feira, 26 de julho de 2011

"Dona Mariquinha" na Abertura da Exposição Livres Olhares










"Toda criança é artista. O problema é como permanecer artista depois de crescer."
Pablo Picasso

O Grupo Dona Marqiuinha agradece a Sirlene Gomes a oportunidade de fazer parte de momento importante e marcante para a vida dos artistas mirins: Adrielly, Alex, Andressa, Douglas, Fabio, Flávio, Janiele, Jaqueline, Jéferson, Jéssica, João Vitor, Joice, Jonata, Luan, Lucas, Luiz Carlos, Robson, Welisson.


domingo, 24 de julho de 2011

Dona Mariquinha na Exposição "Livres Olhares"


A liberdade pode ter diversos significados, entre eles, a possibilidade de conhecer, aprender e escolher...
O mundo contemporâneo oferece uma serie de opções no que concerne a escolhas, e às vezes, o processo de massificação impõe estas escolhas e gostos, a partir do que a mídia lança e apresenta com relação às manifestações culturais.
“Livres Olhares” traz o registro peculiar e significante de crianças e adolescentes participantes do Ponto de Cultura Enseada das Canoas, da Associação dos Moradores e Amigos do Bairro do Jaraguá – AMAJAR, onde se manifestam em olhares atentos e refinados com sutilezas caracterizadas pela sensibilidade artística, que aparece naturalmente, a partir desta visão liberta de quaisquer amarras.
O projeto artístico oferecido pelo Ponto de Cultura expressa liberdade e oferece o reconhecimento do potencial latente nas crianças e adolescentes participantes deste projeto.
VIVIANE DUARTE
Curadora da Galeria de Artes do Sesi

ARTISTAS
Adrielly
Alex
Andressa
Douglas
Fabio
Flávio
Janiele
Jaqueline
Jéferson
Jéssica
João Vitor
Joice
Jonata
Luan
Lucas
Luiz Carlos
Robson
Welisson

Abertura da Exposição dia 25.07.11 às 18hs
Período da Exposição de 25.07.11 à 28.08.11
Horário: De terça à domingo das 15 às 22hs
Local: Avenida Dr. Antônio Gouveia. 1113 Pajuçara, Maceió, Al.

Relização: Ponto de Cultura Enseada Enseada das Canoas
Associação dos Moradores e Amigos do Bairro do Jaraguá
Parceria: Centro Cultural Sesi

O Grupo Dona Mariquinha se fará presente na abertura da Exposição, apresentando-se junto a outros artistas da terra, mostrando um pouco do trabalho musical que vem desenvolvendo, a convite de Sirlene Gomes.

Até lá!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dona Mariquinha na "Articulação da Cultura Popular e Afro Alagoana"

O Grupo Dona Mariquinha gostaria de agradecer e dizer que com muita honra aceita o convite para fazer parte da Articulação da Cultura Popular e Afro Alagoana, feita por Rogério Dias integrante do Grupo Poesia Musicada no Pandeiro.

A nossa curta trajetória no cenário cultural alagoano nos mostrou quantas dificuldades teremos que vencer para levar a Música Popular de Raiz para cada cantinho do nosso estado e quiçá cruzar fronteiras. Com certeza essa luta será mais branda se estivermos juntos e unidos em prol de um único e só objetivo.

Obrigada Rogério Dias!

terça-feira, 5 de julho de 2011

Dona Mariquinha "Resgatando 29 de Junho" no Alto de Ipioca.





Parabéns Projeto Batukatu! Pela força e garra, imprescindíveis para a realização da Festa "Resgatando 29 de Junho". Mais uma vez o Grupo Dona Mariquinha agradece o convite e a oportunidade, de fazer parte desse momento, de tanta importância e significância para a Cultura Popular de Raiz.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Projeto Circulação "Contos de Cordel"



A Cia. Fulanos ih! Sicranos é um núcleo de pesquisa teatral que desenvolve suas produções artísticas desde dezembro do ano de dois mil e sete, tendo como base a valorização e o engrandecimento da identidade cultural nordestina, com estima e relevância a diversidade cultural alagoana.
O projeto Circulação Contos de Cordel foi contemplado na Ação de Microprojetos culturais 2010 do programa Mais Cultura – Governo Federal conta com investimento do Ministério da Cultura, Funarte, Banco do Nordeste, Instituto Nordeste Cidadania e Secretaria do Estado da Cultura de Alagoas e com o apoio do Restaurante Mariah, Mix Cópia Gráfica Rápida e GW Produções. Tem como principal atividade, a apresentação do Espetáculo Contos de Cordel em dez escolas públicas da capital alagoana situadas em bairros considerados menos providos do acesso a arte.
Inspirado nos cordelistas que narravam seus versos em feiras públicas do nordeste brasileiro, “Contos de cordel” é um espetáculo narrativo, com caráter teatral e regionalista, intercalado por músicas autorais que dialogam com o universo da identidade cultural do povo nordestino. A música é executada ao vivo, e os textos trazem alegrias e lamentos de um povo sábio, onde a poesia transborda em beleza e simplicidade.
Próxima escola a receber o Espetáculo "Contos de Cordel":
Escola Estadual Padre Cabral/Fernão Velho
Dia 30/06/11 (quinta-feira)
A oficina de Teatro é realizada ás 13:00h.
O Espetáculo é apresentado sempre ás 19:00h aberto a escola e a toda comunidade.
Fonte: ciafulanosihsicranos.blogspot.com

domingo, 19 de junho de 2011

Oficina de Dança do Maracatu Baque Alagoano




Oficina de Iniciação em Dança de Maracatu
O Maracatu Baque Alagoano realizará neste sábado, dia 09 de julho a sua primeira oficina de iniciação em dança de maracatu na Fundação de Ação Cultural de Maceió em frente à Praça Marcilio Dias no Jaraguá, ministrada pela Dançarina Joana D’arc com o apoio da comissão de dança do Baque Alagoano.
O grupo nasceu em março de 2007, na cidade de Maceió, com o interesse de fazer ressurgir o maracatu em Alagoas, Ritmo que, comprovadamente, teve seu nascedouro também em nosso Estado, tendo sido silenciado após o advento do “Quebra de 1912”, também conhecido como o “Quebra de Xangô”.
Ao longo dos anos vem se firmando dentro do Estado de Alagoas, como um grupo percussivo preocupado em difundir as nossas tradições por meio da execução de músicas de domínio público extraídas dos folguedos locais, tendo como base rítmica o maracatu, porém sem deixar de inovar, criando novos “baques” e loas que ressaltam o nosso povo e a nossa história.
Essa junção do antigo e do contemporâneo faz do Maracatu Baque Alagoano uma peça-chave no sentido de unir aqueles que, há muito se dedicam à transmissão do conhecimento folclórico no Estado, a exemplo dos nossos valorosos mestres, aos jovens que reconhecem a sua identidade cultural na musicalidade forte e atraente do grupo.
O Maracatu Baque Alagoano conta, atualmente, com cerca de 70 membros e realiza duas oficinas anuais de Maracatu, dando oportunidade, ao final das oficinas, para que os participantes ingressem no Grupo e possam contribuir com o desenvolvimento e fortalecimento da cultura de nosso Estado.
· SERVIÇO:
Oficina de Iniciação em Dança de Maracatu
Data /Horário:
09 de julho das 09h às 12h e das 14h às 18h
Local: Auditório da Fundação de Cultura de Maceió
Prox. a Praça Marcilio Dias – Jaraguá
Valor da inscrição: R$ 10,00
Mais informações:
Pablo - 82.9921.0710
Pré-inscrição por email:
baquealagoano@gmail.com.
www.maracatubaquealagoano.blogspot.com

Dona Mariquinha no "Clima Bom de Jorge Calheiros"



No último sábado, 18, o Grupo Dona Mariquinha junto a demais grupos, participou da homenagem ao cordelista Jorge Calheiros, no bairro do Clima Bom em Maceió.
Jorge Calheiros com 72 anos de idade, semi-analfabeto, morando a mais de 50 anos no bairro, funde em alquimia o humor, a criticidade e o registro histórico no cerne dos folhetos que escreve, popularizando de forma maciça a literatura de cordel alagoana.
Nascido em 05/08/1939, começou contando piadas a vários amigos, até que um deles sugeriu que ele fizesse cordel. Começou a atividade e não parou mais. Faz 25 anos que escreve cordéis e declama, tendo já 64 edições.
Fonte: www.identidadealagoana.com.br
Matéria de O Jornal Alagoas:
O Clima Bom de Jorge Calheiros – Cordéis e outros encantos promete ser o evento cultural do ano reunindo artistas da cultura popular alagoana. O encontro acontece das 16h às 22h, na Praça do terminal dos ônibus do Osman Loureiro. Na programação, Coletivo AfroCaeté com participação especial de Izabel e Nany Moreno (Afoxé Oju Omin Omorewá), Jogos de Cordéis, Roda de capoeira dos grupos Muzenza e Guerreiros, Poesia Musicada no Pandeiro, Chau do Pife, Bumba meu boi e Airê Iorubá (Núcleo Cultural da Zona Sul), Luiz Alberto Machado, Coco de Roda Renascer, Dona Mariquinha, Poesia de Gentileza de Diego Januário (CEPA Quilombo), Jorge Calheiros e Demis Santana, exibição do filme “O matuto Zé Cará”, além de trios de forró e violeiros do Clima Bom. Mais informações: (82) 8852-4746 / 8845-4068.
http://www.ojornalweb.com/2011/06/16/roteiro-quinta-feira-junho-de-tradicoes/

Dona Mariquinha na "Noite Artística Tropicália"



O Grupo Dona Mariquinha fez uma participação especial na “Noite Artística Tropicália” realizada no SESC/CENTRO/AL., na última sexta-feira, 17, e agradece a Júlio César, a oportunidade de fazer algo que muito irá acrescentar em experiência ao trabalho desenvolvido atualmente pelo grupo..

Dona Mariquinha no "Arraiá Alternativo"




O “Arraiá Alternativo” contou com a presença do “Grupo Dona Marqiuinha” e da Banda “Los Borrachos”. A festa foi uma realização da “Voz Ativa D.A. Freitas Neto” e aconteceu na UFAL – COS, na última quinta-feira, 16.

Fotos Anna Luíza Lyra

quarta-feira, 15 de junho de 2011

"Museu Théo Brandão no ritmo dos Festejos Juninos"



Oficinas e cultura popular fazem parte da programação do evento
No período de 14 a 17 de junho de 2011, o Museu Théo Brandão da Universidade Federal de Alagoas convida a comunidade para a programação Junina que terá diversas atividades como: oficina de forró, exposição de pinturas, lançamento de livro, arraial com trio de forró pé de serra, roda de coco, quadrilha junina, comidas típicas e muito mais. Este ano o homenageado é o artista plástico e sanfoneiro Vicente Ferreira de Lima.
Para quem quer aprender Forró haverá a oficina “Dançando Forró” com a facilitadora Joyce dos Santos, no período de 14 a 17 de junho, das 16h30 às 18h. As inscrições são feitas pelos telefones 3221-2651 ou 3221-2977. As vagas são limitadas.
Na sexta-feira, dia 17 de junho a partir das 18h, haverá o arraial do Museu Théo Brandão com apresentações do Trio “São João no Forró”, roda de coco com a presença dos artistas Rogério Dias e Fagner Dubrown da banda “Poesia Musicada no Pandeiro”, Jurandir Bôzo do “Clube do Coco”, cantador de pagode Lourinho, mestre embolador Jaçanã e Telma César, formação de quadrilha improvisada, além de barracas com comidas e bebidas típicas e brincadeiras para as crianças.
O MTB também promove, no dia 17, o lançamento do livro "A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina", do professor do Instituto de Ciências Sociais da UFAL, Elder Maia e a abertura, nas salas de exposições temporárias, da exposição de pinturas do artista plástico Vicente Ferreira de Lima.

A entrada é franca.
Mais informações: (82) 3221-2651 / 3221-2977 ou pelo e-mail museutheobrandao@gmail.com.


Fonte: Assessoria

Dona Mariquinha no "Recital do SESC"



CENTRO DE DIFUSÃO E REALIZAÇÕES MUSICAIS – SESC AL
APRESENTA:
"NOITE ARTÍSTICA TROPICÁLIA"
Data: 17/06/2011
Hora: 19h30
Local: Teatro Jofre Soares – SESC Centro
Entrada Franca

APRESENTAÇÃO
A Noite Artística é uma das atividades do CDRM que promove a prática de conjunto entre todos os cursos de música, encerrando o semestre de atividades.
Nesta nossa primeira apresentação em conjunto de 2011, o repertório apresentado contempla a temática “Tropicália”, abordada e desenvolvida em sala de aula.
A Tropicália foi o movimento musical que procurou universalizar a linguagem da MPB unindo elementos da cultura jovem mundial, como o rock e o pop ao popular como o baião, samba, rumba, bolero, etc.
Irreverente, a Tropicália transformou os critérios de gosto vigentes, não só quanto à música e à política, mas também à moral e ao comportamento, ao corpo e ao vestuário.
Desejo a todos uma grande apresentação!
Júlio César
Técnico de Musica

PROGRAMA
A Banda/Chico Buarque
Panis et Circense/Caetano Veloso e Gilberto Gil
Ando meio desligado/Arnaldo Dias, Sérgio Dias e Rita Lee
Pra não dizer que não falei das flores/Geraldo Vandré
Três Caravelas/Algueró Jr. e G. Moreu (Versão João Barro)
Cálice/Chico Buarque e Gilberto Gil
Domingo no Parque/Caetano Veloso e Gilberto Gil
Alegria Alegria/Caetano Veloso e Gilberto Gil

ALUNOS PARTICIPANTES

VIOLÃO, TÉCNICA VOCAL E CANTO
Gabriel Leite Pacheco

Adriana Freire

Roberto Lourenço de B. Junior

Analice Silva

Lucimar Nazario de Lima

Camila Melo

Maria do Carmo F. Oliveira
Célia Lima
Thais F.Campello Diniz
Daniel Lima
Matheus de Souza Oliveira
Débora Araújo
Larissa Correia Calheiros
Eliziana Chaves
Luan Kim Silvério da Silva
Felipe Lima
Judson Tadeu H. Correia
Georgina Gonçalves
Victor Hugo Menezes de Farias
Helena Santos
Marcelo da Rocha Nogueira
Íris Cris Nascimento
Vanessa Andrelina F. Vieira
João Luiz Oliveira
Gilmar Costa da Silva
Marli Sucupira
Marcelo Mendonça Filho
Oséias Parente
Jorge Guilherme Simão
Rita Mendonça
Almir Alves de Lima
Rodolfo Teles
Rose Mendonça
Saulo Silva
Wanézia Silva

PIANO, TEORIA MUSICAL
Felipe Rodrigues Gusmão
Josinelma Alves da Silva
Akauê Basili E. Lima
Dyanne Barbosa Nogueira
Gabriel Ferreira P. Freire
Emerson José A. dos Santos
Michael Douglas M. da Silva
Noêmia Schwartz G. de Carvalho
Hugo Leonardo C. Ferreira
Maria Magnólia Costa
Ramon Bezerra Dutra
Maria Cristina Santos Costa

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS
Guitarra - Roges Junior
Baixo - Manoel Salustiano
Bateria - Arthur Amorim
Canto - Júlio César, Jackson Ferr, Ezra Mattivi, Elisabete Nascimento, Judete Silva.
Flauta - Lílian Rodrigues
Percussão - Grupo Dona Mariquinha

PROFESSORES(a)
Violão - Ezra Mattivi
Técnica Vocal e Canto - Jackson Ferr
Piano e Teoria Musical - Janeo Amorim
Fotos Rose Dias

terça-feira, 14 de junho de 2011

Dona Mariquinha no "Clima Bom de Jorge Calheiros"



A Articulação pela Cultura Popular e Afro-Alagoana convida para grande festa em homenagem ao cordelista Jorge Calheiros:


O CLIMA BOM de JORGE CALHEIROS – Cordéis e Outros Encantos



A Articulação propõe uma justa homenagem ao cordelista Jorge Calheiros, que com 72 anos de idade, semi-analfabeto, morando a mais de 50 anos no bairro do Clima Bom, funde em alquimia o humor, a criticidade e o registro histórico no cerne dos folhetos que escreve, popularizando de forma maciça a literatura de cordel alagoana.

A literatura de cordel em Alagoas tem alcançado considerável crescimento e chamando a atenção de pessoas de todas as faixas etárias que buscam ler, pesquisar, e praticá-la. Esta forma de linguagem e comunicação tornou-se comum nas diversas mídias e eventos das empresas públicas e privadas, e os estudantes passaram a usar o cordel em seus trabalhos escolares e acadêmicos, até mesmo as grandes emissoras de TV do Brasil já atentam para a força e originalidade da literatura de cordel.

Escritores e escritoras cordelistas retomaram a esperança e voltaram a produzir seus escritos versificados, metrificados e rimados. E neste contexto o poeta popular Jorge Calheiros foi o que mais ganhou notoriedade e contribuiu para a repopularização da literatura de cordel, através da originalidade e genialidade dos seus textos e pela forma única de declamar de cor seus mais de 80 títulos publicados. Jorge Calheiro tem dado uma inegável contribuição para a cultura alagoana, sendo constantemente chamado para se apresentar e palestrar em diversos municípios de Alagoas, Sergipe e Bahia, levando e elevando a nossa cultura popular nos lugares por onde anda.

O CLIMA BOM de JORGE CALHEIROS – Cordéis e Outros Encantos

Programação:
Coletivo AfroCaeté com participação especial de Izabel e Nany Moreno (Afoxé Oju Omin Omorewá);
Jogos de Cordéis;
Roda de capoeira dos grupos Muzenza e Guerreiros;
Poesia Musicada no Pandeiro;
Chau do Pife;
Bumba meu boi e Airê Iorubá (Núcleo Cultural da Zona Sul);
Luiz Alberto Machado;
Coco de Roda Renascer;
Dona Mariquinha;
Poesia de Gentileza de Diego Januário (CEPA Quilombo);
Jorge Calheiros e Demis Santana;
exibição do filme: O Matuto Zé Cará;
além de trios de forró e violeiros do Clima Bom.

Local: Praça do terminal dos ônibus do Osman Loureiro

Data: 18 de junho de 2011 (Sábado)

Horário: das 16 às 22 horas

Contatos: (82) 8852-4746 / 8845-4068

Texto com colaboração de Demis Santana

"Cultura Nordestina"





A Mesa Redonda sobre Cultura Nordestina foi realizada na tarde desta última segunda-feira (13/06/11) na Escola Estadual Monsenhor Luiz Carlos de Oliveira Barbosa, na cidade de Ibateguara, zona da mata de Alagoas. Mediados pela professora Luana Tavares, participaram da conversa o rabequeiro e compositor Mestre Natalício, a secretária de cultura Luciana Leite, e a vocalista e percussionista do Grupo Dona Mariquinha e do Maracatu Baque Alagoano Rose Mendonça. Alunos, professores e profissionais da área participaram, fazendo perguntas aos palestrantes.

Segundo Mendonça, eventos como este, são fundamentais para consolidar a cultura regional dentro das escolas principalmente nesse momento em que Ibateguara passa por uma revitalização de suas ações culturais. É nesse momento que devemos colocar a nossa cultura em primeiro plano, ressaltou Mendonça.

Com o som da rabeca, Mestre Natalício encerrou a tarde de segunda-feira, para uma platéia atenta e animada.

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