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terça-feira, 14 de junho de 2011

Dona Mariquinha no "Clima Bom de Jorge Calheiros"



A Articulação pela Cultura Popular e Afro-Alagoana convida para grande festa em homenagem ao cordelista Jorge Calheiros:


O CLIMA BOM de JORGE CALHEIROS – Cordéis e Outros Encantos



A Articulação propõe uma justa homenagem ao cordelista Jorge Calheiros, que com 72 anos de idade, semi-analfabeto, morando a mais de 50 anos no bairro do Clima Bom, funde em alquimia o humor, a criticidade e o registro histórico no cerne dos folhetos que escreve, popularizando de forma maciça a literatura de cordel alagoana.

A literatura de cordel em Alagoas tem alcançado considerável crescimento e chamando a atenção de pessoas de todas as faixas etárias que buscam ler, pesquisar, e praticá-la. Esta forma de linguagem e comunicação tornou-se comum nas diversas mídias e eventos das empresas públicas e privadas, e os estudantes passaram a usar o cordel em seus trabalhos escolares e acadêmicos, até mesmo as grandes emissoras de TV do Brasil já atentam para a força e originalidade da literatura de cordel.

Escritores e escritoras cordelistas retomaram a esperança e voltaram a produzir seus escritos versificados, metrificados e rimados. E neste contexto o poeta popular Jorge Calheiros foi o que mais ganhou notoriedade e contribuiu para a repopularização da literatura de cordel, através da originalidade e genialidade dos seus textos e pela forma única de declamar de cor seus mais de 80 títulos publicados. Jorge Calheiro tem dado uma inegável contribuição para a cultura alagoana, sendo constantemente chamado para se apresentar e palestrar em diversos municípios de Alagoas, Sergipe e Bahia, levando e elevando a nossa cultura popular nos lugares por onde anda.

O CLIMA BOM de JORGE CALHEIROS – Cordéis e Outros Encantos

Programação:
Coletivo AfroCaeté com participação especial de Izabel e Nany Moreno (Afoxé Oju Omin Omorewá);
Jogos de Cordéis;
Roda de capoeira dos grupos Muzenza e Guerreiros;
Poesia Musicada no Pandeiro;
Chau do Pife;
Bumba meu boi e Airê Iorubá (Núcleo Cultural da Zona Sul);
Luiz Alberto Machado;
Coco de Roda Renascer;
Dona Mariquinha;
Poesia de Gentileza de Diego Januário (CEPA Quilombo);
Jorge Calheiros e Demis Santana;
exibição do filme: O Matuto Zé Cará;
além de trios de forró e violeiros do Clima Bom.

Local: Praça do terminal dos ônibus do Osman Loureiro

Data: 18 de junho de 2011 (Sábado)

Horário: das 16 às 22 horas

Contatos: (82) 8852-4746 / 8845-4068

Texto com colaboração de Demis Santana

"Cultura Nordestina"





A Mesa Redonda sobre Cultura Nordestina foi realizada na tarde desta última segunda-feira (13/06/11) na Escola Estadual Monsenhor Luiz Carlos de Oliveira Barbosa, na cidade de Ibateguara, zona da mata de Alagoas. Mediados pela professora Luana Tavares, participaram da conversa o rabequeiro e compositor Mestre Natalício, a secretária de cultura Luciana Leite, e a vocalista e percussionista do Grupo Dona Mariquinha e do Maracatu Baque Alagoano Rose Mendonça. Alunos, professores e profissionais da área participaram, fazendo perguntas aos palestrantes.

Segundo Mendonça, eventos como este, são fundamentais para consolidar a cultura regional dentro das escolas principalmente nesse momento em que Ibateguara passa por uma revitalização de suas ações culturais. É nesse momento que devemos colocar a nossa cultura em primeiro plano, ressaltou Mendonça.

Com o som da rabeca, Mestre Natalício encerrou a tarde de segunda-feira, para uma platéia atenta e animada.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Dona Marqiuinha e o Projeto Batukatu "Resgatando 29 de Junho", às 19hs, no Alto de Ipioca, terra de Floriano Peixoto.



Nossa Terra, Nossa História :
"Militar e estadista alagoano. Segundo presidente do Brasil, Floriano Vieira Peixoto é responsável pela consolidação do regime republicano. Nasce em Ipioca, filho de lavradores pobres, e é criado pelo tio e padrinho, o coronel José Vieira de Araújo Peixoto.
Cursa o primário em Maceió e a Escola Militar no Rio de Janeiro, para onde é mandado aos 16 anos. Revela distinção e bravura no Exército, especialmente na Guerra do Paraguai, da qual participa até o desfecho, em Cerro Corá, trazendo como lembrança a manta do cavalo de Solano López."
www.algosobre.com.br

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dona Mariquinha no Projeto "Intervalo Cultural"




Acredito que a Educação e a Cultura devam caminhar lado a lado, e para isso acontecer às políticas educacionais precisam estar voltadas para a educação contemporânea, tendo a arte como instrumento fundamental para a formação humana, passando assim a escola a ser um centro irradiador de cultura.
Levar apresentações artísticas para o ambiente escolar é uma forma de contribuir para o aprendizado, desenvolvimento e formação de nossas crianças e adolescentes, e não apenas os entreter.
E falando da nossa cultura popular, aquela que nasceu e floresceu desde que Frei Henrique Soares de Coimbra celebrou a primeira missa na Bahia, em 1500, cito o cordel de Rafael Nepomuceno Oliveira , aluno do Instituto Educacional "O Canarinho", Fortaleza-CE, falando sobre a educação no Brasil:
E salve a cultura popular !!!
"Agora eu vou falar
De um mundo fácil não
Tô falando do Brasil
E da nossa educação
Tô falando da escola
E da alimentação

Onde está nosso governo
E a sua obrigação ?
Fazendo poucas escolas
Cadê a educação ?
Sem ajudar as crianças
É muita preocupação".

Fotos Rose Dias

domingo, 22 de maio de 2011

Mestra Edileusa canta uma marcha de Baiana, e nos diz como sua vida e o folguedo estão entrelaçados.

"Uma Tarde com Mestra Edileusa"







Dia sem muita animação, tarde de um domingo chuvoso... Até chegar a casa da Mestra Edileusa; que vitalidade, que memória, que alegria. Fomos muito bem recebidos pela Mestra de Baiana, moradora da linda praia de Guaxuma.

Ao entrar em sua casa a primeira alegria; a enorme boneca “Vitalina Deusa do carnaval” nos esperava a soleira da porta muito bem arrumada e ficou ao nosso lado durante toda a tarde, uma honra, afinal ela é uma criação do Mestre Benedito, pai da Mestra Edileusa, que á 55 anos sai todos os sábados de Zé Pereira, à meia noite, pelas ruas “da Guaxuma” convocando a todos para “brincar o carnaval”.

Mestre Benedito criou Vitalina que no início era vestida de folhas de bananeira para que saísse acompanhando o Bloco da Mocidade. Após algum tempo, seu Pedro Vieira sugeriu ao Mestre que fizesse uma roupa mais bonita pra Vitalina, como “o mar num tava pra peixe”, a solução foi vestir Vitalina com um lindo vestido de estopa, estopa essa dos sacos de mercadorias que chegavam ao Barracão (espécie de mercadinho onde se vendia de tudo um pouco), para que ficasse mais bonito enfeitaram o vestido com papel crepom.

O tempo foi passando, as coisas melhorando, Vitalina a cada ano que saia ganhava um dinheirinho (quem gostava da festa doava algum dinheiro para ajudar nos festejos do próximo ano) e então começou a ter vestido bonito todos os anos. Antes de Mestre Benedito morrer, pediu a filha Edileusa que não deixasse Vitalina sair se não fosse com um vestido bonito, e assim o compromisso é mantido, todo ano lá está Vitalina com seu vestido/fantasia novinho para desfilar pelas ruas e até viajar, pois é! Ela recebe convites para ir para outros bairros e cidades próximas, além de ser figura certa no tradicional Banho de Mar a Fantasia, sua última vestimenta foi de cigana.

Procuramos Mestra Edileusa para sabermos um pouco mais sobre as “Baianas”, folguedo típico de Alagoas, Alagoas do baianá. Encontramos isso e muito mais! Além de Mestra Edileusa, encontramos um enorme acervo (mental e um caderno encantado) da irmã do Mestre Benedito, Mestra Antonia, tia da Mestra Edileusa, que faleceu a dois meses com 96 anos de idade, encontramos também o Bloco Mocidade com sua linda Vitalina e a Ciranda de Trupé, folguedo típico do litoral norte de Alagoas, que infelizmente não vemos mais em nossas festas e que Mestra Edileusa fez questão de cantar e dançar para que não perdêssemos nadinha.

Matulão (espécie de trouxa típica do nordeste) cheio, sorriso no rosto, saímos felizes, satisfeitos e agradecidos pela oportunidade rara que tivemos e pelo maravilhoso baú de sabedoria que nos foi aberto.

Texto Rose Mendonça

quarta-feira, 11 de maio de 2011

13º Festival de Músicas do Mundo



A 13.ª edição do FMM acontecerá em Sines, Portugal, em dois fins de semana de Julho: 22 a 24 (sexta à domingo) e 27 a 30 (quarta à sábado), mostrando “as melhores músicas do mundo para todo o mundo”.
Trinta e cinco espetáculos de vinte e três países no maior evento português de músicas do mundo. Sete dias de concertos nos palcos históricos do Castelo medieval e da Praia Vasco da Gama.
As músicas da África lusófona, do Brasil, da Galiza e da Extremadura espanhola, próximas, mas universais, são representadas por alguns dos artistas mais bem-sucedidos do último ano, casos do cabo verdiano Mário Lúcio e da galega Mercedes Peón, cujos novos discos ocuparam durante semanas primeiros lugares nos “charts” europeus de músicas do mundo em 2010 e 2011. O Brasil estará muito bem representado pela paulistana Luísa Maita, autora de “Lero-Lero”, um dos discos brasileiros com maior atenção internacional em 2010, com especial destaque pra faixa "Fulaninha", inspirada nos ritmos nordestinos, que estréia em Portugal no palco do Castelo, às 21:30hs no dom, 24.
O festival também tem o programa de iniciativas paralelas, com exposições, ciclo de cinema, ateliês para crianças, feira de discos e de livros, conversas com artistas e escritores, animação de rua, DJ’s e Rádio FMM. Parte da programação do Festival é gratuita.
http://fmm.com.pt/

terça-feira, 10 de maio de 2011

Oficina de Pandeiro Moderno dias 19, 20 e 21 de maio



A oficina de pandeiro moderno, ministrada pelo músico Claudino Santana, no Teatro de Arena Sérgio Cardoso (anexo ao Teatro Deodoro), acontecerá dias 19, 20 e 21 de maio com inscrições no valor de R$ 120,00.
Nesta oficina o aluno aprenderá a diferença entre a técnica tradicional e a moderna, utilizada por ícones como Jorginho do Pandeiro e Marcos Suzano que partem do princípio de tocar o pandeiro "ao contrário", isto é, tomando como tempo forte não a batida do polegar, mas a das pontas dos dedos contra a pele do pandeiro. Outro ponto abordado na oficina será a microfonação, diferença entre timbres, aplicabilidade, afinação, adequação do instrumento de acordo com o gênero musical, ritmos e rudimentos são temas recorrentes que também farão parte do conteúdo deste workshop.
A oficina é uma parceria entre Claudino Santana e a Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas e faz parte das ações promovidas pela DITEAL pela passagem do Dia Alagoano do Teatro.

Outras informações sobre a oficina:

Dias: 19, 20 e 21 de maio
Horários:
- 15h às 17h - Intermediário e Avançado com até 10 vagas
- 19h às 21h – Iniciantes com até 12 vagas
Inscrições no Teatro Deodoro das 09h às 12h (com Mônica) das 14h às 17h (com Carla)
Informações: (82) 3315-5665 / (81) 9744-2349 (produção)
Pandeiros disponíveis durante as aulas
Métodos a venda
Fonte: ascomteatro.blogspot.com

Oficina de Confecção de Instrumentos





Está acontecendo desde o dia 06 de maio de 2011 a "Oficina de Confecção de Instrumentos" - Alfaias e Xequerês, sobre a batuta do Profº Wilson Santos na Escola Técnica de Artes. Com duração de um mês a Oficina tem duas opções de turmas: 9h às 12h e 14h às 17h. Os interessados devem procurar a secretaria da ETA, localizada na Praça Sinimbú.

Fonte: www.ufal.edu.br


quarta-feira, 4 de maio de 2011

XV CONGRESSO BRASILEIRO DE FOLCLORE



História e Folclore: caminhos que se entrecruzam


Acontece entre 11 e 15 de julho de 2011 o XV Congresso Brasileiro de Folclore. Durante esses dias, aproximadamente uma centena de pesquisadores de todo o Brasil estarão juntos se encontrando em São José dos Campos para discutir a partir do eixo temático História e Folclore: caminhos que se entrecruzam.
Se você se interessa pelo assunto, tem aqui uma oportunidade única. Além de aprender e debater com figuras importantes nas mesas-redondas e painéis, participar ativamente de grupos de trabalho, oficinas e vivências, os congressistas poderão conhecer São José dos Campos, no Vale do Paraíba, e vivenciar um pouco da riqueza do Estado de São Paulo no evento que acontece paralelamente no mesmo local, o “Revelando São Paulo”, um festival de cultura tradicional paulista.
Fonte: xvcongressodefolcloresp.org

quarta-feira, 27 de abril de 2011

"Guerreiro Treme Terra de Alagoas"







Salve, salve Mestre Benon !!!

"Chau do Pife"



“Um dos maiores tocadores de pífano do Brasil dedica sua vida a um único instrumento e dele tira seu sustento, é o alagoano Chau do Pife que tem o instrumento até no nome.”

quinta-feira, 21 de abril de 2011

"Uma Janela para o Mundo"



"É uma janela encantada o recanto que eu abito
De onde admiro a cidade no seu momento mais bonito:
O toque da Ave-Maria na capelinha distante,
E o mágico pôr-do-sol, multicor e radiante..."


Trecho Poema Oriza Martins
Foto Rose Dias
Arte Harry Firmo

"Páscoa Nordestina"




Os Caretas de Iguatu
Costume trazido pelos portugueses e espanhóis para toda a América Latina, a malhação do Judas ou queima de Judas no sábado de aleluia, é uma tradição das comunidades que aos poucos está desaparecendo dos grandes centros, restringindo-se cada vez mais as cidades interioranas.
No interior do Ceará, mais precisamente na cidade de Iguatu, conhecida como a terra da telha, essa tradição se mantém viva. Próximo à Semana Santa, é possível ver a presença maciça dos “Caretas” nas ruas da cidade, acompanhados de música, trajando roupas enfeitadas e usando máscaras, eles saem pedindo prendas para a quebra do jejum da quaresma, para que no sábado de Aleluia seja feita a Malhação do Judas. A tradição diz que quem nega a doação poderá ter problemas no resto do ano, por esse motivo no final do dia à comissão tem arrecado boa quantidade de alimentos, que serão postos no “Sitio do Judas”, local onde acontece a malhação do boneco do Judas.
Os Caretas são jovens estudante e crianças da zona rural da cidade que mantêm viva a tradição religiosa e pagã. Quando mascarados se transformam em soldados que vão proteger o Judas dos invasores ,que tentam roubar o Judas e as doações, antes da meia-noite do sábado de Aleluia. Os corajosos que tentam pegar os alimentos postados sobre uma mesa, logo abaixo do “Judas”, são chicoteados pelos Caretas, e aqueles que conseguem pegar algum alimento ou bebida, ficam com ela para si. É uma espécie de prêmio para aqueles que se metem em meio aos mascarados.
Diz a tradição que os bonecos de pano ou de palha, devem ser pendurados em postes de iluminação e/ou galhos de árvores, sendo rasgados e queimados logo em seguida. A brincadeira é quase sempre realizada nos sítios e/ou em áreas livres, na noite da Sexta-Feira Santa para o sábado de Aleluia. A brincadeira relembra a trajetória de Cristo rumo ao calvário onde os carrascos espancavam o salvador, e os “caretas” representam aqueles que se escondiam por traz das máscaras para cometer esta que foi a maior injustiça de todos os tempos.
Fonte: www.iguatu.org

terça-feira, 19 de abril de 2011

"4 ª Copa Benedito Bentes Capoeira"



Aqui só tem Bamba !

Grupo Muzenza Capoeira
Premiação em Dinheiro
Organização: Instrutor Carlinhos
Supervisão: Mestre Girafa
20, 21 e 22 de Maio de 2011.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

"16 de Abril Dia Mundial da Voz"



A VOZ E O CANTO
O Dia Mundial da Voz, comemorado em 16 de abril, foi instituído em 1999 pela Sociedade Brasileira de Laringologia e serviu de modelo para o mundo como um momento único para que se discuta, debata e esclareça a importância dos cuidados com a voz.
A voz é um instrumento vivo. Através de exercícios e da prática regular de aulas de canto, você poderá melhorar cada vez mais a qualidade desse instrumento. Cada pessoa tem uma voz única e especial. Para cada voz, uma personalidade diferente. Toda pessoa carrega consigo seu próprio instrumento, inserido em seu corpo, com características fisiológicas e psicológicas singulares. Por isso, tentar aplicar um sistema de canto para todos é impossível - cada voz requer tratamento individualizado.
Em relação à voz, é necessário que funcione em solidariedade com todo o organismo.
Impostação vocal não é coisa que se faça em série. É pessoal - diferente para cada um. Para cada aparelho fonador, uma técnica vocal própria para ele. É como fazer uma roupa com as medidas corretas para aquela pessoa.
A técnica vocal é única , individual e se adapta a cada voz.
Não é somente a técnica vocal que importa. O que importa, na verdade, ao lado da técnica vocal, é a personalidade vocal, isto é , fazer de cada ser humano uma fonte de expressão sonora própria e não um robô vocal.
www.diamundialdavoz.com

"Onde fica a nossa casa, onde é nosso lugar"



SESC Centro Maceió-AL

O Grupo Dona Mariquinha inicia um novo ciclo em sua trajetória; após algum tempo de negociações conseguimos um espaço adequado e confortável para nossos ensaios, um belo casarão histórico construído no século XIX que abriga a Unidade Centro do SESC, voltada exclusivamente às ações culturais.
Com essa parceria com o SESC-CENTRO aqui em Maceió, temos a certeza de poder desenvolver nosso trabalho de forma ainda mais apurada e caprichada, contribuindo de forma efetiva com nossa cultura.
Agradecemos ao Sesc, especialmente a pessoa de Júlio César por sua orientação e compreensão.

"Dona Mariquinha foi beber na fonte"







Seguindo nosso caminho e nosso objetivo de pesquisar Folguedos, Danças, Grupos Folclóricos e a trajetória dos grandes Mestres da nossa Cultura Popular, visitamos no domingo passado Mestre Benon do Guerreiro Treme Terra de Alagoas, pois como ele bem disse, treme terra pode até ter outro mais de Alagoas é só o dele.
O Guerreiro nasceu do Reizado por volta de 1923, é um alto natalino genuinamente alagoano, de caráter dramático, profano e religioso. Acompanhado de sanfona, pandeiro e tambor as figuras cantam e contam a história da chegada do Messias e a homenagem dos três reis magos, sob o comando do mestre e de sua espada.
Nascido em Pernanbuco Mestre Benon veio pra Alagoas, pra cidade de Cajueiro, com apenas dois meses de idade. Quando tinha 7 anos começou a dançar Guerreiro, lá ficando até os 12. Aos 15 anos mudou-se para Salvador ficando por lá até ser convocado pra guerra, idade que compôs sua primeira peça (música feita para o guerreiro) e assim voltou para Alagoas para iniciar o treinamento, aqui ficando.
Em 1980 nasce o Guerreiro Treme Terra de Alagoas sob o comando do Mestre Benon, como bem disse o Mestre: “Nós já quebramos muito palanque por aí se apresentando com o Guerreiro", ou seja, a terra literalmente treme quando o Guerreiro chega.
Hoje o Guerreiro Treme Terra de Alagoas ensaia aos sábados à noite, na casa do Mestre, que fica na Chã de Bebedouro, e se apresenta pelo mundo afora, é só mandar chamar.

Obrigada por tudo Mestre!!!

Texto Rose Mendonça

terça-feira, 12 de abril de 2011

Dona Mariquinha no Projeto “Intervalos Culturais”, Escola Fernandes Lima, quarta, 04, às 9h.


O Grupo Dona Mariquinha estará se apresentando na Escola Fernandes Lima, no bairro do São Jorge, em Maceió, na próxima quarta-feira, na abertura do Projeto “Intervalos Culturais”, onde a Coordenadora da 13º Regional de Ensino, fará a entrega de violões aos alunos, dando início ao projeto.

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