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terça-feira, 26 de julho de 2011

"Dona Mariquinha" na Abertura da Exposição Livres Olhares










"Toda criança é artista. O problema é como permanecer artista depois de crescer."
Pablo Picasso

O Grupo Dona Marqiuinha agradece a Sirlene Gomes a oportunidade de fazer parte de momento importante e marcante para a vida dos artistas mirins: Adrielly, Alex, Andressa, Douglas, Fabio, Flávio, Janiele, Jaqueline, Jéferson, Jéssica, João Vitor, Joice, Jonata, Luan, Lucas, Luiz Carlos, Robson, Welisson.


domingo, 24 de julho de 2011

Dona Mariquinha na Exposição "Livres Olhares"


A liberdade pode ter diversos significados, entre eles, a possibilidade de conhecer, aprender e escolher...
O mundo contemporâneo oferece uma serie de opções no que concerne a escolhas, e às vezes, o processo de massificação impõe estas escolhas e gostos, a partir do que a mídia lança e apresenta com relação às manifestações culturais.
“Livres Olhares” traz o registro peculiar e significante de crianças e adolescentes participantes do Ponto de Cultura Enseada das Canoas, da Associação dos Moradores e Amigos do Bairro do Jaraguá – AMAJAR, onde se manifestam em olhares atentos e refinados com sutilezas caracterizadas pela sensibilidade artística, que aparece naturalmente, a partir desta visão liberta de quaisquer amarras.
O projeto artístico oferecido pelo Ponto de Cultura expressa liberdade e oferece o reconhecimento do potencial latente nas crianças e adolescentes participantes deste projeto.
VIVIANE DUARTE
Curadora da Galeria de Artes do Sesi

ARTISTAS
Adrielly
Alex
Andressa
Douglas
Fabio
Flávio
Janiele
Jaqueline
Jéferson
Jéssica
João Vitor
Joice
Jonata
Luan
Lucas
Luiz Carlos
Robson
Welisson

Abertura da Exposição dia 25.07.11 às 18hs
Período da Exposição de 25.07.11 à 28.08.11
Horário: De terça à domingo das 15 às 22hs
Local: Avenida Dr. Antônio Gouveia. 1113 Pajuçara, Maceió, Al.

Relização: Ponto de Cultura Enseada Enseada das Canoas
Associação dos Moradores e Amigos do Bairro do Jaraguá
Parceria: Centro Cultural Sesi

O Grupo Dona Mariquinha se fará presente na abertura da Exposição, apresentando-se junto a outros artistas da terra, mostrando um pouco do trabalho musical que vem desenvolvendo, a convite de Sirlene Gomes.

Até lá!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dona Mariquinha na "Articulação da Cultura Popular e Afro Alagoana"

O Grupo Dona Mariquinha gostaria de agradecer e dizer que com muita honra aceita o convite para fazer parte da Articulação da Cultura Popular e Afro Alagoana, feita por Rogério Dias integrante do Grupo Poesia Musicada no Pandeiro.

A nossa curta trajetória no cenário cultural alagoano nos mostrou quantas dificuldades teremos que vencer para levar a Música Popular de Raiz para cada cantinho do nosso estado e quiçá cruzar fronteiras. Com certeza essa luta será mais branda se estivermos juntos e unidos em prol de um único e só objetivo.

Obrigada Rogério Dias!

terça-feira, 5 de julho de 2011

Dona Mariquinha "Resgatando 29 de Junho" no Alto de Ipioca.





Parabéns Projeto Batukatu! Pela força e garra, imprescindíveis para a realização da Festa "Resgatando 29 de Junho". Mais uma vez o Grupo Dona Mariquinha agradece o convite e a oportunidade, de fazer parte desse momento, de tanta importância e significância para a Cultura Popular de Raiz.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Projeto Circulação "Contos de Cordel"



A Cia. Fulanos ih! Sicranos é um núcleo de pesquisa teatral que desenvolve suas produções artísticas desde dezembro do ano de dois mil e sete, tendo como base a valorização e o engrandecimento da identidade cultural nordestina, com estima e relevância a diversidade cultural alagoana.
O projeto Circulação Contos de Cordel foi contemplado na Ação de Microprojetos culturais 2010 do programa Mais Cultura – Governo Federal conta com investimento do Ministério da Cultura, Funarte, Banco do Nordeste, Instituto Nordeste Cidadania e Secretaria do Estado da Cultura de Alagoas e com o apoio do Restaurante Mariah, Mix Cópia Gráfica Rápida e GW Produções. Tem como principal atividade, a apresentação do Espetáculo Contos de Cordel em dez escolas públicas da capital alagoana situadas em bairros considerados menos providos do acesso a arte.
Inspirado nos cordelistas que narravam seus versos em feiras públicas do nordeste brasileiro, “Contos de cordel” é um espetáculo narrativo, com caráter teatral e regionalista, intercalado por músicas autorais que dialogam com o universo da identidade cultural do povo nordestino. A música é executada ao vivo, e os textos trazem alegrias e lamentos de um povo sábio, onde a poesia transborda em beleza e simplicidade.
Próxima escola a receber o Espetáculo "Contos de Cordel":
Escola Estadual Padre Cabral/Fernão Velho
Dia 30/06/11 (quinta-feira)
A oficina de Teatro é realizada ás 13:00h.
O Espetáculo é apresentado sempre ás 19:00h aberto a escola e a toda comunidade.
Fonte: ciafulanosihsicranos.blogspot.com

domingo, 19 de junho de 2011

Oficina de Dança do Maracatu Baque Alagoano




Oficina de Iniciação em Dança de Maracatu
O Maracatu Baque Alagoano realizará neste sábado, dia 09 de julho a sua primeira oficina de iniciação em dança de maracatu na Fundação de Ação Cultural de Maceió em frente à Praça Marcilio Dias no Jaraguá, ministrada pela Dançarina Joana D’arc com o apoio da comissão de dança do Baque Alagoano.
O grupo nasceu em março de 2007, na cidade de Maceió, com o interesse de fazer ressurgir o maracatu em Alagoas, Ritmo que, comprovadamente, teve seu nascedouro também em nosso Estado, tendo sido silenciado após o advento do “Quebra de 1912”, também conhecido como o “Quebra de Xangô”.
Ao longo dos anos vem se firmando dentro do Estado de Alagoas, como um grupo percussivo preocupado em difundir as nossas tradições por meio da execução de músicas de domínio público extraídas dos folguedos locais, tendo como base rítmica o maracatu, porém sem deixar de inovar, criando novos “baques” e loas que ressaltam o nosso povo e a nossa história.
Essa junção do antigo e do contemporâneo faz do Maracatu Baque Alagoano uma peça-chave no sentido de unir aqueles que, há muito se dedicam à transmissão do conhecimento folclórico no Estado, a exemplo dos nossos valorosos mestres, aos jovens que reconhecem a sua identidade cultural na musicalidade forte e atraente do grupo.
O Maracatu Baque Alagoano conta, atualmente, com cerca de 70 membros e realiza duas oficinas anuais de Maracatu, dando oportunidade, ao final das oficinas, para que os participantes ingressem no Grupo e possam contribuir com o desenvolvimento e fortalecimento da cultura de nosso Estado.
· SERVIÇO:
Oficina de Iniciação em Dança de Maracatu
Data /Horário:
09 de julho das 09h às 12h e das 14h às 18h
Local: Auditório da Fundação de Cultura de Maceió
Prox. a Praça Marcilio Dias – Jaraguá
Valor da inscrição: R$ 10,00
Mais informações:
Pablo - 82.9921.0710
Pré-inscrição por email:
baquealagoano@gmail.com.
www.maracatubaquealagoano.blogspot.com

Dona Mariquinha no "Clima Bom de Jorge Calheiros"



No último sábado, 18, o Grupo Dona Mariquinha junto a demais grupos, participou da homenagem ao cordelista Jorge Calheiros, no bairro do Clima Bom em Maceió.
Jorge Calheiros com 72 anos de idade, semi-analfabeto, morando a mais de 50 anos no bairro, funde em alquimia o humor, a criticidade e o registro histórico no cerne dos folhetos que escreve, popularizando de forma maciça a literatura de cordel alagoana.
Nascido em 05/08/1939, começou contando piadas a vários amigos, até que um deles sugeriu que ele fizesse cordel. Começou a atividade e não parou mais. Faz 25 anos que escreve cordéis e declama, tendo já 64 edições.
Fonte: www.identidadealagoana.com.br
Matéria de O Jornal Alagoas:
O Clima Bom de Jorge Calheiros – Cordéis e outros encantos promete ser o evento cultural do ano reunindo artistas da cultura popular alagoana. O encontro acontece das 16h às 22h, na Praça do terminal dos ônibus do Osman Loureiro. Na programação, Coletivo AfroCaeté com participação especial de Izabel e Nany Moreno (Afoxé Oju Omin Omorewá), Jogos de Cordéis, Roda de capoeira dos grupos Muzenza e Guerreiros, Poesia Musicada no Pandeiro, Chau do Pife, Bumba meu boi e Airê Iorubá (Núcleo Cultural da Zona Sul), Luiz Alberto Machado, Coco de Roda Renascer, Dona Mariquinha, Poesia de Gentileza de Diego Januário (CEPA Quilombo), Jorge Calheiros e Demis Santana, exibição do filme “O matuto Zé Cará”, além de trios de forró e violeiros do Clima Bom. Mais informações: (82) 8852-4746 / 8845-4068.
http://www.ojornalweb.com/2011/06/16/roteiro-quinta-feira-junho-de-tradicoes/

Dona Mariquinha na "Noite Artística Tropicália"



O Grupo Dona Mariquinha fez uma participação especial na “Noite Artística Tropicália” realizada no SESC/CENTRO/AL., na última sexta-feira, 17, e agradece a Júlio César, a oportunidade de fazer algo que muito irá acrescentar em experiência ao trabalho desenvolvido atualmente pelo grupo..

Dona Mariquinha no "Arraiá Alternativo"




O “Arraiá Alternativo” contou com a presença do “Grupo Dona Marqiuinha” e da Banda “Los Borrachos”. A festa foi uma realização da “Voz Ativa D.A. Freitas Neto” e aconteceu na UFAL – COS, na última quinta-feira, 16.

Fotos Anna Luíza Lyra

quarta-feira, 15 de junho de 2011

"Museu Théo Brandão no ritmo dos Festejos Juninos"



Oficinas e cultura popular fazem parte da programação do evento
No período de 14 a 17 de junho de 2011, o Museu Théo Brandão da Universidade Federal de Alagoas convida a comunidade para a programação Junina que terá diversas atividades como: oficina de forró, exposição de pinturas, lançamento de livro, arraial com trio de forró pé de serra, roda de coco, quadrilha junina, comidas típicas e muito mais. Este ano o homenageado é o artista plástico e sanfoneiro Vicente Ferreira de Lima.
Para quem quer aprender Forró haverá a oficina “Dançando Forró” com a facilitadora Joyce dos Santos, no período de 14 a 17 de junho, das 16h30 às 18h. As inscrições são feitas pelos telefones 3221-2651 ou 3221-2977. As vagas são limitadas.
Na sexta-feira, dia 17 de junho a partir das 18h, haverá o arraial do Museu Théo Brandão com apresentações do Trio “São João no Forró”, roda de coco com a presença dos artistas Rogério Dias e Fagner Dubrown da banda “Poesia Musicada no Pandeiro”, Jurandir Bôzo do “Clube do Coco”, cantador de pagode Lourinho, mestre embolador Jaçanã e Telma César, formação de quadrilha improvisada, além de barracas com comidas e bebidas típicas e brincadeiras para as crianças.
O MTB também promove, no dia 17, o lançamento do livro "A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina", do professor do Instituto de Ciências Sociais da UFAL, Elder Maia e a abertura, nas salas de exposições temporárias, da exposição de pinturas do artista plástico Vicente Ferreira de Lima.

A entrada é franca.
Mais informações: (82) 3221-2651 / 3221-2977 ou pelo e-mail museutheobrandao@gmail.com.


Fonte: Assessoria

Dona Mariquinha no "Recital do SESC"



CENTRO DE DIFUSÃO E REALIZAÇÕES MUSICAIS – SESC AL
APRESENTA:
"NOITE ARTÍSTICA TROPICÁLIA"
Data: 17/06/2011
Hora: 19h30
Local: Teatro Jofre Soares – SESC Centro
Entrada Franca

APRESENTAÇÃO
A Noite Artística é uma das atividades do CDRM que promove a prática de conjunto entre todos os cursos de música, encerrando o semestre de atividades.
Nesta nossa primeira apresentação em conjunto de 2011, o repertório apresentado contempla a temática “Tropicália”, abordada e desenvolvida em sala de aula.
A Tropicália foi o movimento musical que procurou universalizar a linguagem da MPB unindo elementos da cultura jovem mundial, como o rock e o pop ao popular como o baião, samba, rumba, bolero, etc.
Irreverente, a Tropicália transformou os critérios de gosto vigentes, não só quanto à música e à política, mas também à moral e ao comportamento, ao corpo e ao vestuário.
Desejo a todos uma grande apresentação!
Júlio César
Técnico de Musica

PROGRAMA
A Banda/Chico Buarque
Panis et Circense/Caetano Veloso e Gilberto Gil
Ando meio desligado/Arnaldo Dias, Sérgio Dias e Rita Lee
Pra não dizer que não falei das flores/Geraldo Vandré
Três Caravelas/Algueró Jr. e G. Moreu (Versão João Barro)
Cálice/Chico Buarque e Gilberto Gil
Domingo no Parque/Caetano Veloso e Gilberto Gil
Alegria Alegria/Caetano Veloso e Gilberto Gil

ALUNOS PARTICIPANTES

VIOLÃO, TÉCNICA VOCAL E CANTO
Gabriel Leite Pacheco

Adriana Freire

Roberto Lourenço de B. Junior

Analice Silva

Lucimar Nazario de Lima

Camila Melo

Maria do Carmo F. Oliveira
Célia Lima
Thais F.Campello Diniz
Daniel Lima
Matheus de Souza Oliveira
Débora Araújo
Larissa Correia Calheiros
Eliziana Chaves
Luan Kim Silvério da Silva
Felipe Lima
Judson Tadeu H. Correia
Georgina Gonçalves
Victor Hugo Menezes de Farias
Helena Santos
Marcelo da Rocha Nogueira
Íris Cris Nascimento
Vanessa Andrelina F. Vieira
João Luiz Oliveira
Gilmar Costa da Silva
Marli Sucupira
Marcelo Mendonça Filho
Oséias Parente
Jorge Guilherme Simão
Rita Mendonça
Almir Alves de Lima
Rodolfo Teles
Rose Mendonça
Saulo Silva
Wanézia Silva

PIANO, TEORIA MUSICAL
Felipe Rodrigues Gusmão
Josinelma Alves da Silva
Akauê Basili E. Lima
Dyanne Barbosa Nogueira
Gabriel Ferreira P. Freire
Emerson José A. dos Santos
Michael Douglas M. da Silva
Noêmia Schwartz G. de Carvalho
Hugo Leonardo C. Ferreira
Maria Magnólia Costa
Ramon Bezerra Dutra
Maria Cristina Santos Costa

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS
Guitarra - Roges Junior
Baixo - Manoel Salustiano
Bateria - Arthur Amorim
Canto - Júlio César, Jackson Ferr, Ezra Mattivi, Elisabete Nascimento, Judete Silva.
Flauta - Lílian Rodrigues
Percussão - Grupo Dona Mariquinha

PROFESSORES(a)
Violão - Ezra Mattivi
Técnica Vocal e Canto - Jackson Ferr
Piano e Teoria Musical - Janeo Amorim
Fotos Rose Dias

terça-feira, 14 de junho de 2011

Dona Mariquinha no "Clima Bom de Jorge Calheiros"



A Articulação pela Cultura Popular e Afro-Alagoana convida para grande festa em homenagem ao cordelista Jorge Calheiros:


O CLIMA BOM de JORGE CALHEIROS – Cordéis e Outros Encantos



A Articulação propõe uma justa homenagem ao cordelista Jorge Calheiros, que com 72 anos de idade, semi-analfabeto, morando a mais de 50 anos no bairro do Clima Bom, funde em alquimia o humor, a criticidade e o registro histórico no cerne dos folhetos que escreve, popularizando de forma maciça a literatura de cordel alagoana.

A literatura de cordel em Alagoas tem alcançado considerável crescimento e chamando a atenção de pessoas de todas as faixas etárias que buscam ler, pesquisar, e praticá-la. Esta forma de linguagem e comunicação tornou-se comum nas diversas mídias e eventos das empresas públicas e privadas, e os estudantes passaram a usar o cordel em seus trabalhos escolares e acadêmicos, até mesmo as grandes emissoras de TV do Brasil já atentam para a força e originalidade da literatura de cordel.

Escritores e escritoras cordelistas retomaram a esperança e voltaram a produzir seus escritos versificados, metrificados e rimados. E neste contexto o poeta popular Jorge Calheiros foi o que mais ganhou notoriedade e contribuiu para a repopularização da literatura de cordel, através da originalidade e genialidade dos seus textos e pela forma única de declamar de cor seus mais de 80 títulos publicados. Jorge Calheiro tem dado uma inegável contribuição para a cultura alagoana, sendo constantemente chamado para se apresentar e palestrar em diversos municípios de Alagoas, Sergipe e Bahia, levando e elevando a nossa cultura popular nos lugares por onde anda.

O CLIMA BOM de JORGE CALHEIROS – Cordéis e Outros Encantos

Programação:
Coletivo AfroCaeté com participação especial de Izabel e Nany Moreno (Afoxé Oju Omin Omorewá);
Jogos de Cordéis;
Roda de capoeira dos grupos Muzenza e Guerreiros;
Poesia Musicada no Pandeiro;
Chau do Pife;
Bumba meu boi e Airê Iorubá (Núcleo Cultural da Zona Sul);
Luiz Alberto Machado;
Coco de Roda Renascer;
Dona Mariquinha;
Poesia de Gentileza de Diego Januário (CEPA Quilombo);
Jorge Calheiros e Demis Santana;
exibição do filme: O Matuto Zé Cará;
além de trios de forró e violeiros do Clima Bom.

Local: Praça do terminal dos ônibus do Osman Loureiro

Data: 18 de junho de 2011 (Sábado)

Horário: das 16 às 22 horas

Contatos: (82) 8852-4746 / 8845-4068

Texto com colaboração de Demis Santana

"Cultura Nordestina"





A Mesa Redonda sobre Cultura Nordestina foi realizada na tarde desta última segunda-feira (13/06/11) na Escola Estadual Monsenhor Luiz Carlos de Oliveira Barbosa, na cidade de Ibateguara, zona da mata de Alagoas. Mediados pela professora Luana Tavares, participaram da conversa o rabequeiro e compositor Mestre Natalício, a secretária de cultura Luciana Leite, e a vocalista e percussionista do Grupo Dona Mariquinha e do Maracatu Baque Alagoano Rose Mendonça. Alunos, professores e profissionais da área participaram, fazendo perguntas aos palestrantes.

Segundo Mendonça, eventos como este, são fundamentais para consolidar a cultura regional dentro das escolas principalmente nesse momento em que Ibateguara passa por uma revitalização de suas ações culturais. É nesse momento que devemos colocar a nossa cultura em primeiro plano, ressaltou Mendonça.

Com o som da rabeca, Mestre Natalício encerrou a tarde de segunda-feira, para uma platéia atenta e animada.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Dona Marqiuinha e o Projeto Batukatu "Resgatando 29 de Junho", às 19hs, no Alto de Ipioca, terra de Floriano Peixoto.



Nossa Terra, Nossa História :
"Militar e estadista alagoano. Segundo presidente do Brasil, Floriano Vieira Peixoto é responsável pela consolidação do regime republicano. Nasce em Ipioca, filho de lavradores pobres, e é criado pelo tio e padrinho, o coronel José Vieira de Araújo Peixoto.
Cursa o primário em Maceió e a Escola Militar no Rio de Janeiro, para onde é mandado aos 16 anos. Revela distinção e bravura no Exército, especialmente na Guerra do Paraguai, da qual participa até o desfecho, em Cerro Corá, trazendo como lembrança a manta do cavalo de Solano López."
www.algosobre.com.br

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dona Mariquinha no Projeto "Intervalo Cultural"




Acredito que a Educação e a Cultura devam caminhar lado a lado, e para isso acontecer às políticas educacionais precisam estar voltadas para a educação contemporânea, tendo a arte como instrumento fundamental para a formação humana, passando assim a escola a ser um centro irradiador de cultura.
Levar apresentações artísticas para o ambiente escolar é uma forma de contribuir para o aprendizado, desenvolvimento e formação de nossas crianças e adolescentes, e não apenas os entreter.
E falando da nossa cultura popular, aquela que nasceu e floresceu desde que Frei Henrique Soares de Coimbra celebrou a primeira missa na Bahia, em 1500, cito o cordel de Rafael Nepomuceno Oliveira , aluno do Instituto Educacional "O Canarinho", Fortaleza-CE, falando sobre a educação no Brasil:
E salve a cultura popular !!!
"Agora eu vou falar
De um mundo fácil não
Tô falando do Brasil
E da nossa educação
Tô falando da escola
E da alimentação

Onde está nosso governo
E a sua obrigação ?
Fazendo poucas escolas
Cadê a educação ?
Sem ajudar as crianças
É muita preocupação".

Fotos Rose Dias

domingo, 22 de maio de 2011

Mestra Edileusa canta uma marcha de Baiana, e nos diz como sua vida e o folguedo estão entrelaçados.

"Uma Tarde com Mestra Edileusa"







Dia sem muita animação, tarde de um domingo chuvoso... Até chegar a casa da Mestra Edileusa; que vitalidade, que memória, que alegria. Fomos muito bem recebidos pela Mestra de Baiana, moradora da linda praia de Guaxuma.

Ao entrar em sua casa a primeira alegria; a enorme boneca “Vitalina Deusa do carnaval” nos esperava a soleira da porta muito bem arrumada e ficou ao nosso lado durante toda a tarde, uma honra, afinal ela é uma criação do Mestre Benedito, pai da Mestra Edileusa, que á 55 anos sai todos os sábados de Zé Pereira, à meia noite, pelas ruas “da Guaxuma” convocando a todos para “brincar o carnaval”.

Mestre Benedito criou Vitalina que no início era vestida de folhas de bananeira para que saísse acompanhando o Bloco da Mocidade. Após algum tempo, seu Pedro Vieira sugeriu ao Mestre que fizesse uma roupa mais bonita pra Vitalina, como “o mar num tava pra peixe”, a solução foi vestir Vitalina com um lindo vestido de estopa, estopa essa dos sacos de mercadorias que chegavam ao Barracão (espécie de mercadinho onde se vendia de tudo um pouco), para que ficasse mais bonito enfeitaram o vestido com papel crepom.

O tempo foi passando, as coisas melhorando, Vitalina a cada ano que saia ganhava um dinheirinho (quem gostava da festa doava algum dinheiro para ajudar nos festejos do próximo ano) e então começou a ter vestido bonito todos os anos. Antes de Mestre Benedito morrer, pediu a filha Edileusa que não deixasse Vitalina sair se não fosse com um vestido bonito, e assim o compromisso é mantido, todo ano lá está Vitalina com seu vestido/fantasia novinho para desfilar pelas ruas e até viajar, pois é! Ela recebe convites para ir para outros bairros e cidades próximas, além de ser figura certa no tradicional Banho de Mar a Fantasia, sua última vestimenta foi de cigana.

Procuramos Mestra Edileusa para sabermos um pouco mais sobre as “Baianas”, folguedo típico de Alagoas, Alagoas do baianá. Encontramos isso e muito mais! Além de Mestra Edileusa, encontramos um enorme acervo (mental e um caderno encantado) da irmã do Mestre Benedito, Mestra Antonia, tia da Mestra Edileusa, que faleceu a dois meses com 96 anos de idade, encontramos também o Bloco Mocidade com sua linda Vitalina e a Ciranda de Trupé, folguedo típico do litoral norte de Alagoas, que infelizmente não vemos mais em nossas festas e que Mestra Edileusa fez questão de cantar e dançar para que não perdêssemos nadinha.

Matulão (espécie de trouxa típica do nordeste) cheio, sorriso no rosto, saímos felizes, satisfeitos e agradecidos pela oportunidade rara que tivemos e pelo maravilhoso baú de sabedoria que nos foi aberto.

Texto Rose Mendonça

quarta-feira, 11 de maio de 2011

13º Festival de Músicas do Mundo



A 13.ª edição do FMM acontecerá em Sines, Portugal, em dois fins de semana de Julho: 22 a 24 (sexta à domingo) e 27 a 30 (quarta à sábado), mostrando “as melhores músicas do mundo para todo o mundo”.
Trinta e cinco espetáculos de vinte e três países no maior evento português de músicas do mundo. Sete dias de concertos nos palcos históricos do Castelo medieval e da Praia Vasco da Gama.
As músicas da África lusófona, do Brasil, da Galiza e da Extremadura espanhola, próximas, mas universais, são representadas por alguns dos artistas mais bem-sucedidos do último ano, casos do cabo verdiano Mário Lúcio e da galega Mercedes Peón, cujos novos discos ocuparam durante semanas primeiros lugares nos “charts” europeus de músicas do mundo em 2010 e 2011. O Brasil estará muito bem representado pela paulistana Luísa Maita, autora de “Lero-Lero”, um dos discos brasileiros com maior atenção internacional em 2010, com especial destaque pra faixa "Fulaninha", inspirada nos ritmos nordestinos, que estréia em Portugal no palco do Castelo, às 21:30hs no dom, 24.
O festival também tem o programa de iniciativas paralelas, com exposições, ciclo de cinema, ateliês para crianças, feira de discos e de livros, conversas com artistas e escritores, animação de rua, DJ’s e Rádio FMM. Parte da programação do Festival é gratuita.
http://fmm.com.pt/

terça-feira, 10 de maio de 2011

Oficina de Pandeiro Moderno dias 19, 20 e 21 de maio



A oficina de pandeiro moderno, ministrada pelo músico Claudino Santana, no Teatro de Arena Sérgio Cardoso (anexo ao Teatro Deodoro), acontecerá dias 19, 20 e 21 de maio com inscrições no valor de R$ 120,00.
Nesta oficina o aluno aprenderá a diferença entre a técnica tradicional e a moderna, utilizada por ícones como Jorginho do Pandeiro e Marcos Suzano que partem do princípio de tocar o pandeiro "ao contrário", isto é, tomando como tempo forte não a batida do polegar, mas a das pontas dos dedos contra a pele do pandeiro. Outro ponto abordado na oficina será a microfonação, diferença entre timbres, aplicabilidade, afinação, adequação do instrumento de acordo com o gênero musical, ritmos e rudimentos são temas recorrentes que também farão parte do conteúdo deste workshop.
A oficina é uma parceria entre Claudino Santana e a Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas e faz parte das ações promovidas pela DITEAL pela passagem do Dia Alagoano do Teatro.

Outras informações sobre a oficina:

Dias: 19, 20 e 21 de maio
Horários:
- 15h às 17h - Intermediário e Avançado com até 10 vagas
- 19h às 21h – Iniciantes com até 12 vagas
Inscrições no Teatro Deodoro das 09h às 12h (com Mônica) das 14h às 17h (com Carla)
Informações: (82) 3315-5665 / (81) 9744-2349 (produção)
Pandeiros disponíveis durante as aulas
Métodos a venda
Fonte: ascomteatro.blogspot.com
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