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domingo, 11 de março de 2012

Grupo Dona Mariquinha











Fotos: Rose Dias.

A Bela Princesa das Matas é Viçosa das Alagoas!!!

Salve Mestre Bia da Viçosa das Alagoas!

Dona Mariquinha visitando "Mestre Bia"






O pífano, também denominado em Alagoas como pife ou zabumba, é um conjunto instrumental de percussão e sopro, dos mais antigos, característicos e importantes da música folclórica brasileira. Em Viçosa, esta tradição se mantém viva e passa de geração em geração. Há mais de 50 anos, o Mestre Bia tem sido a figura símbolo desta tradição, sendo reconhecido com o título Patrimônio Vivo da Cultura Alagoana. Fazendo jus ao título, o Mestre confecciona os própios instrumentos e ensina a arte para crianças e adolescentes.

Fotos: Rose Mendonça

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Privilégios recebidos em nosso caminhar; Tocar mais uma vez com Chau do Pife!!!





 Tarde de Alegria, cor e muita Música, ao lado de grnades artistas alagoanos como; Chau do Pife, Aquiles Escobar e Adriana Jardim. O Sesc mais uma vez abrindo as portas para a cultura alagoana, obrigada!
Fotos Rose Dias

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Dona Mariquinha no "Bazar Cultural"


Grupo Dona Mariquinha no “Bazar Cultural”, Sesc Centro, Rua Barão de Alagoas, 229, sexta, 3, 16h. Um grande encontro de artistas e admiradores da arte! Entrada Franca, divulguem e prestigiem!!!




segunda-feira, 9 de janeiro de 2012




Baianas de Coqueiro Seco/AL.


As Baianas surgem de uma variação do Maracatu do sul do estado de Pernambuco – já adentrando Alagoas – no início do século XX, a principio como Clube de Carnaval, depois como uma brincadeira natalina devido as repressões as religiões Afro-brasileiras. Muitas brincadeiras mantém relações com essas religiões, mesmo porque as pessoas que fazem da brincadeira são praticantes da religião Afro-brasileira. Como no caso das Baianas de Maceió: várias eram ensaiadas por Pais-de-Santo após a grande repressão aos terreiros em Alagoas, culminando no famoso “Dia do Quebra” de 1912.


Fonte: http://www.selomundomelhor.org
Fotos: Rose Mendonça




Reisado Virgem dos Pobres de Bananal - Viçosa



Dança popular profano-religiosa, de origem portuguesa, com que se festeja a véspera e o Dia de Reis. No período de 24 de dezembro a 6 de janeiro, um grupo formado por músicos, cantores e dançarinos vão de porta em porta anunciando a chegada do Messias e fazendo louvações aos donos das casas por onde passam e dançam. O Reisado instalou-se no nordeste no período colonial. Atualmente, é dançado em qualquer época do ano, os temas de seu enredo, variam de acordo com o local e a época em que são encenados, podem ser: amor, guerra, religião entre outros. O Reisado se compõe de várias partes e têm diversos personagens como o rei, o mestre, contramestre e as figuras. Os instrumentos que acompanham o grupo são: violão, sanfona, ganzá, zabumba, triângulo e pandeiro.

Fonte: Livro o Reisado Alagoano de Théo Brandão
Fotos: Rose Mendonça
 

Chegança Silva Jardim de Coqueiro Seco/AL.




De acordo com o Dicionário do Folclore Brasileiro (Global Editora), de Câmara Cascudo, a antiga dança mourisca da Europa se transformou em auto popular natalino ao chegar ao Brasil. Por aqui, foi assimilado e caracterizado de modo diferente em cada região. Enquanto no Ceará ele representa a luta contra os mouros, “em Alagoas, o auto popular de temática marítima enfatiza as dificuldades da vida no mar, as tempestades, os contrabandos e outros aspectos”. Originalmente, as apresentações ocorriam sobre uma barca de madeira. Hoje, elas acontecem sobre palco ou palanque. Em média, 40 pessoas participam da celebração. No caso dos que representam os oficiais, a indumentária simboliza o fardamento militar, com direito a quepe e espada. Nas canções, os pandeiros guiam o ritmo, que varia entre o tango, o remado e a marcha.


Fotos: Rose Mendonça 

Fonte: Livro: A Chegança de Théo Brandão.

Cantigas de Folia de Reis do Núcleo de Cultura Popular Céu na Terra


Grupo de pesquisadores, artistas e educadores que buscam uma identificação pessoal com a cultura do país em que vivem, trabalhando com arte e cultura popular, na tentativa de participar das manifestações culturais ditas nacionais, mesmo que de forma mimética, através da leitura de sua estética.

Trabalhos Desenvolvidos:

Pastoril Céu na Terra;
Auto do Boi;
Orquestra Popular Céu na Terra;
Bloco Céu na Terra;
Cantoria de Reis.

A sede do grupo fica em Santa Tereza/RJ.

Fotos: Rose Mendonça 
Fonte: Revista Veja, Edições 49-52/15 nov. 2008

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Festa de Reis em Zabelê



O Alagoano Manuel João levou o Reisado para Zabelê, cidade da região do semiárido da Paraíba.O nome da cidade: ZABELÊ, se deve ao fato de haver nestas terras muitas árvores de juazeiros cheios de furinhos, que no mês de maio soltavam-se da árvore e no chão servia de alimento para um pássaro típico da região, chamado Zabelê. Atualmente este tipo de ave está em extinção, são pássaros que gostam muito de andar com os pés no chão, e de voar pouco. Além de gostarem de muita água e dormir em arbustos não muito altos, o que facilita a caça e consequentemente a extinção. E foi guiado pela experiência de sobrevivência destes pássaros, que em 1800, os primeiros habitantes destas terras começaram a escrever a história do povoado de ZABELÊ.
Dia de Santos Reis



No dia 6 de janeiro de 2012, o Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore comemora o dia de Santos Reis com um Encontro de Folguedos Natalinos. 

O evento terá a participação dos seguintes grupos: 

Cantoria de Reis do Núcleo de Cultura Popular Céu na Terra - Rio de Janeiro 
Reisado Virgem dos Pobres de Bananal - Viçosa 
Chegança Silva Jardim de Coqueiro Seco.

O encontro, que tem como objetivo promover o intercâmbio entre os grupos participantes, celebra também os 60 anos da IV Semana do Folclore Nacional que aconteceu em janeiro de 1952 em Alagoas e reuniu diversos folguedos populares e estudiosos da área, entre eles, Théo Brandão, Câmara Cascudo e  Renato Almeida
.
A programação do encontro tem início às 15h com a chegada dos grupos participantes, que ao longo da tarde estarão reunidos para trocas de experiências e conhecimentos. À noite, a partir das 18h, o encontro será aberto ao público com as apresentações dos folguedos natalinos. Durante a noite a Sala Festejar Alagoano será reaberta, apresentando seu importante acervo de chapéus e coroas de guerreiro que passaram por processo de restauração.

O evento é uma realização do Museu Théo Brandão e Companhia dos Pés, com patrocínio do Banco do Nordeste e apoio da Secretaria Estadual de Cultura de Alagoas, Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro e Prefeitura de Viçosa-AL.



As salas de exposições estarão abertas a visitação e a entrada é franca. Mais informações: (82) 3221-2651 ou 3221-2977.

Fonte: Museu Théo Brandão.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

"Natal Nordestino"



... Em Alagoas, desde a chegada dos colonizadores portugueses, o pastoril encontrou solo fértil, onde até hoje brota a tradição. Durante todo o século 19, da mais distante cidade do interior ao mais movimentado centro urbano - na época, a capital Marechal Deodoro - a terra vermelha do massapê, banhada pelo azul intenso do mar, foi palco de incontáveis disputas entre os cordões azul e encarnado. A brincadeira que nasceu num mosteiro, segundo o poeta Mário de Andrade, ganhou ares profanos com o passar das décadas e promoveu, em meados do século passado, ferrenhas discussões entre respeitados estudiosos da cultura popular acerca dos caminhos que o pastoril tomava em cada Estado do Nordeste, principalmente em Alagoas e Pernambuco, onde estaria maior representado.

Apesar dos rumos diferenciados que o pastoril seguiu, nos diversos povoados do Nordeste, os pesquisadores costumam dar a mesma versão para a origem e o significado da manifestação folclórica. De acordo com Mário de Andrade, a primeira idéia de representar o nascimento do Menino Jesus foi do monge Tuotilo, ainda no século 10. Primeiro chamada de Presépio, a dramatização da chegada do filho de Maria a Terra fragmentou-se com o tempo, transformando grande parte do espetáculo em jornadas soltas, canções que contam a aventura das pastoras em direção a Belém para visitar Jesus Cristo na manjedoura.

Com a difusão do pastoril no Nordeste, ao longo dos anos cada grupo adaptou a sua apresentação. Alguns personagens se tornaram fixos, como a mestra, líder do cordão encarnado; a contramestra, líder do cordão azul; a Diana, que dança no centro e é sem partido; e as pastorinhas, geralmente seis de cada cordão. As jornadas também sofreram adaptações, permanecendo iguais apenas as chamadas “jornada de chegada” e “jornada de despedida”. A representação da borboleta, da cigana, do pastor e do anjo Gabriel é comum entre os grupos e simbolizam as figuras que as pastoras vão encontrando no caminho até Belém. Algumas para ajudá-las e outras, para atrapalhar a marcha.

Ao conversar com pessoas que dedicam suas vidas para conservar o pastoril em Alagoas, a impressão que dá é que elas mantêm um elo sagrado com seus ancestrais - um canal por onde se alimentam de entusiasmo e da certeza de que estão cumprindo o seu papel para firmar e, sobretudo afirmar, sua identidade cultural. Apesar da falta de apoio institucional e das deturpações promovidas pelas mudanças do comportamento humano, estas manifestações chegam aos dias atuais com diversas características ainda conservadas.

O brincante alagoano Romildo Manoel da Silva, declara emocionado o amor pela cultura popular e diz: “Quando a gente ia se apresentar na Praça da Faculdade cobravam até ingresso. O palanque era grande, todo enfeitado, chamava atenção. Hoje quase não temos mais lugar para o pastoril. Ninguém dança mais na véspera de Natal e nem no dia 31 de dezembro. Antigamente, antes da missa do Galo, o pastoril fazia a festa na frente das igrejas. Eu começava às oito da noite e só terminava lá para uma da manhã. Rompia ano novo no palanque. Agora, se muito a gente toca é uma hora, 50 minutos. O pessoal não quer mais pastoril, quer somente uma demonstração”, lamenta.
Para tocar as jornadas do pastoril, Romildo explica que é fundamental um instrumento de sopro e o surdo. “O surdo marca o ritmo e o sax ou o trombone acompanha o canto”. O segredo da preferência dos pastoris por sua banda, o músico revela: “Eu não faço nada com preguiça. Eu gosto de tocar. Tudo o que eu faço é rindo".

Fonte: Trechos da matéria publicada na Gazeta de Alagoas em 03 de novembro de 2006.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

"Dona Mariquinha no Projeto Intervalos Culturais na Escola Fernandes Lima"



 
Os Jovens


Os jovens são assim mesmo
Agem sem pensar
Pensam após agir
Agem por impulso...
Sem medo do que possam sentir.

Têm vontade de gritar...
Medo de não poder
Têm vontade de chorar
Receio de se arrepender
Jovens se prendem, se rendem.

Jovens “pensam mais com o coração”
Estão dispostos a “tudo”...
Se rendem ao som de uma canção
Dispõem-se ao que vem do fundo.

 Parte do Poema "Os Jovens" de  Cézar Gabriel Pereira Nascimento

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

"Dona Mariquinha Encerrando Curso de Especialização da Ufal"





Grupo Dona Mariquinha no Encerramento do Curso de Especialização em Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, da Universidade Federal de Alagoas, que aconteceu no Hotel Maceió Atlantic, na Praia de Jatiúca em 15/12/11.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

"08 de Dezembro"




“Iemanjá, rainha do mar, é também conhecida por dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria, no paralelismo com a religião católica. Aiocá é o reino das terras misteriosas, da felicidade e da liberdade, imagem das terras natais da África, saudades dos dias livres na floresta.” Jorge Amado.
Fotos: Rose Mendonça
          Praia de Pajuçara - Maceió/AL.

"13 de Dezembro Dia de Santa Luzia"


Oração à Santa Luzia
Ó, Santa Luzia, que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de negar a fé e conspurcar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos, eu recorro a vós para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos.
Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, a fé, pela qual posso conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá onde vós, Santa Luzia, vos encontrais, em companhia dos anjos e santuário.
Santa Luzia, protegei meus olhos e conservai minha fé. Amém.
Santa Luzia, rogai por nós!
Fonte: O site dos santos
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