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terça-feira, 10 de maio de 2011

Oficina de Pandeiro Moderno dias 19, 20 e 21 de maio



A oficina de pandeiro moderno, ministrada pelo músico Claudino Santana, no Teatro de Arena Sérgio Cardoso (anexo ao Teatro Deodoro), acontecerá dias 19, 20 e 21 de maio com inscrições no valor de R$ 120,00.
Nesta oficina o aluno aprenderá a diferença entre a técnica tradicional e a moderna, utilizada por ícones como Jorginho do Pandeiro e Marcos Suzano que partem do princípio de tocar o pandeiro "ao contrário", isto é, tomando como tempo forte não a batida do polegar, mas a das pontas dos dedos contra a pele do pandeiro. Outro ponto abordado na oficina será a microfonação, diferença entre timbres, aplicabilidade, afinação, adequação do instrumento de acordo com o gênero musical, ritmos e rudimentos são temas recorrentes que também farão parte do conteúdo deste workshop.
A oficina é uma parceria entre Claudino Santana e a Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas e faz parte das ações promovidas pela DITEAL pela passagem do Dia Alagoano do Teatro.

Outras informações sobre a oficina:

Dias: 19, 20 e 21 de maio
Horários:
- 15h às 17h - Intermediário e Avançado com até 10 vagas
- 19h às 21h – Iniciantes com até 12 vagas
Inscrições no Teatro Deodoro das 09h às 12h (com Mônica) das 14h às 17h (com Carla)
Informações: (82) 3315-5665 / (81) 9744-2349 (produção)
Pandeiros disponíveis durante as aulas
Métodos a venda
Fonte: ascomteatro.blogspot.com

Oficina de Confecção de Instrumentos





Está acontecendo desde o dia 06 de maio de 2011 a "Oficina de Confecção de Instrumentos" - Alfaias e Xequerês, sobre a batuta do Profº Wilson Santos na Escola Técnica de Artes. Com duração de um mês a Oficina tem duas opções de turmas: 9h às 12h e 14h às 17h. Os interessados devem procurar a secretaria da ETA, localizada na Praça Sinimbú.

Fonte: www.ufal.edu.br


quarta-feira, 4 de maio de 2011

XV CONGRESSO BRASILEIRO DE FOLCLORE



História e Folclore: caminhos que se entrecruzam


Acontece entre 11 e 15 de julho de 2011 o XV Congresso Brasileiro de Folclore. Durante esses dias, aproximadamente uma centena de pesquisadores de todo o Brasil estarão juntos se encontrando em São José dos Campos para discutir a partir do eixo temático História e Folclore: caminhos que se entrecruzam.
Se você se interessa pelo assunto, tem aqui uma oportunidade única. Além de aprender e debater com figuras importantes nas mesas-redondas e painéis, participar ativamente de grupos de trabalho, oficinas e vivências, os congressistas poderão conhecer São José dos Campos, no Vale do Paraíba, e vivenciar um pouco da riqueza do Estado de São Paulo no evento que acontece paralelamente no mesmo local, o “Revelando São Paulo”, um festival de cultura tradicional paulista.
Fonte: xvcongressodefolcloresp.org

quarta-feira, 27 de abril de 2011

"Guerreiro Treme Terra de Alagoas"







Salve, salve Mestre Benon !!!

"Chau do Pife"



“Um dos maiores tocadores de pífano do Brasil dedica sua vida a um único instrumento e dele tira seu sustento, é o alagoano Chau do Pife que tem o instrumento até no nome.”

quinta-feira, 21 de abril de 2011

"Uma Janela para o Mundo"



"É uma janela encantada o recanto que eu abito
De onde admiro a cidade no seu momento mais bonito:
O toque da Ave-Maria na capelinha distante,
E o mágico pôr-do-sol, multicor e radiante..."


Trecho Poema Oriza Martins
Foto Rose Dias
Arte Harry Firmo

"Páscoa Nordestina"




Os Caretas de Iguatu
Costume trazido pelos portugueses e espanhóis para toda a América Latina, a malhação do Judas ou queima de Judas no sábado de aleluia, é uma tradição das comunidades que aos poucos está desaparecendo dos grandes centros, restringindo-se cada vez mais as cidades interioranas.
No interior do Ceará, mais precisamente na cidade de Iguatu, conhecida como a terra da telha, essa tradição se mantém viva. Próximo à Semana Santa, é possível ver a presença maciça dos “Caretas” nas ruas da cidade, acompanhados de música, trajando roupas enfeitadas e usando máscaras, eles saem pedindo prendas para a quebra do jejum da quaresma, para que no sábado de Aleluia seja feita a Malhação do Judas. A tradição diz que quem nega a doação poderá ter problemas no resto do ano, por esse motivo no final do dia à comissão tem arrecado boa quantidade de alimentos, que serão postos no “Sitio do Judas”, local onde acontece a malhação do boneco do Judas.
Os Caretas são jovens estudante e crianças da zona rural da cidade que mantêm viva a tradição religiosa e pagã. Quando mascarados se transformam em soldados que vão proteger o Judas dos invasores ,que tentam roubar o Judas e as doações, antes da meia-noite do sábado de Aleluia. Os corajosos que tentam pegar os alimentos postados sobre uma mesa, logo abaixo do “Judas”, são chicoteados pelos Caretas, e aqueles que conseguem pegar algum alimento ou bebida, ficam com ela para si. É uma espécie de prêmio para aqueles que se metem em meio aos mascarados.
Diz a tradição que os bonecos de pano ou de palha, devem ser pendurados em postes de iluminação e/ou galhos de árvores, sendo rasgados e queimados logo em seguida. A brincadeira é quase sempre realizada nos sítios e/ou em áreas livres, na noite da Sexta-Feira Santa para o sábado de Aleluia. A brincadeira relembra a trajetória de Cristo rumo ao calvário onde os carrascos espancavam o salvador, e os “caretas” representam aqueles que se escondiam por traz das máscaras para cometer esta que foi a maior injustiça de todos os tempos.
Fonte: www.iguatu.org

terça-feira, 19 de abril de 2011

"4 ª Copa Benedito Bentes Capoeira"



Aqui só tem Bamba !

Grupo Muzenza Capoeira
Premiação em Dinheiro
Organização: Instrutor Carlinhos
Supervisão: Mestre Girafa
20, 21 e 22 de Maio de 2011.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

"16 de Abril Dia Mundial da Voz"



A VOZ E O CANTO
O Dia Mundial da Voz, comemorado em 16 de abril, foi instituído em 1999 pela Sociedade Brasileira de Laringologia e serviu de modelo para o mundo como um momento único para que se discuta, debata e esclareça a importância dos cuidados com a voz.
A voz é um instrumento vivo. Através de exercícios e da prática regular de aulas de canto, você poderá melhorar cada vez mais a qualidade desse instrumento. Cada pessoa tem uma voz única e especial. Para cada voz, uma personalidade diferente. Toda pessoa carrega consigo seu próprio instrumento, inserido em seu corpo, com características fisiológicas e psicológicas singulares. Por isso, tentar aplicar um sistema de canto para todos é impossível - cada voz requer tratamento individualizado.
Em relação à voz, é necessário que funcione em solidariedade com todo o organismo.
Impostação vocal não é coisa que se faça em série. É pessoal - diferente para cada um. Para cada aparelho fonador, uma técnica vocal própria para ele. É como fazer uma roupa com as medidas corretas para aquela pessoa.
A técnica vocal é única , individual e se adapta a cada voz.
Não é somente a técnica vocal que importa. O que importa, na verdade, ao lado da técnica vocal, é a personalidade vocal, isto é , fazer de cada ser humano uma fonte de expressão sonora própria e não um robô vocal.
www.diamundialdavoz.com

"Onde fica a nossa casa, onde é nosso lugar"



SESC Centro Maceió-AL

O Grupo Dona Mariquinha inicia um novo ciclo em sua trajetória; após algum tempo de negociações conseguimos um espaço adequado e confortável para nossos ensaios, um belo casarão histórico construído no século XIX que abriga a Unidade Centro do SESC, voltada exclusivamente às ações culturais.
Com essa parceria com o SESC-CENTRO aqui em Maceió, temos a certeza de poder desenvolver nosso trabalho de forma ainda mais apurada e caprichada, contribuindo de forma efetiva com nossa cultura.
Agradecemos ao Sesc, especialmente a pessoa de Júlio César por sua orientação e compreensão.

"Dona Mariquinha foi beber na fonte"







Seguindo nosso caminho e nosso objetivo de pesquisar Folguedos, Danças, Grupos Folclóricos e a trajetória dos grandes Mestres da nossa Cultura Popular, visitamos no domingo passado Mestre Benon do Guerreiro Treme Terra de Alagoas, pois como ele bem disse, treme terra pode até ter outro mais de Alagoas é só o dele.
O Guerreiro nasceu do Reizado por volta de 1923, é um alto natalino genuinamente alagoano, de caráter dramático, profano e religioso. Acompanhado de sanfona, pandeiro e tambor as figuras cantam e contam a história da chegada do Messias e a homenagem dos três reis magos, sob o comando do mestre e de sua espada.
Nascido em Pernanbuco Mestre Benon veio pra Alagoas, pra cidade de Cajueiro, com apenas dois meses de idade. Quando tinha 7 anos começou a dançar Guerreiro, lá ficando até os 12. Aos 15 anos mudou-se para Salvador ficando por lá até ser convocado pra guerra, idade que compôs sua primeira peça (música feita para o guerreiro) e assim voltou para Alagoas para iniciar o treinamento, aqui ficando.
Em 1980 nasce o Guerreiro Treme Terra de Alagoas sob o comando do Mestre Benon, como bem disse o Mestre: “Nós já quebramos muito palanque por aí se apresentando com o Guerreiro", ou seja, a terra literalmente treme quando o Guerreiro chega.
Hoje o Guerreiro Treme Terra de Alagoas ensaia aos sábados à noite, na casa do Mestre, que fica na Chã de Bebedouro, e se apresenta pelo mundo afora, é só mandar chamar.

Obrigada por tudo Mestre!!!

Texto Rose Mendonça

terça-feira, 12 de abril de 2011

Dona Mariquinha no Projeto “Intervalos Culturais”, Escola Fernandes Lima, quarta, 04, às 9h.


O Grupo Dona Mariquinha estará se apresentando na Escola Fernandes Lima, no bairro do São Jorge, em Maceió, na próxima quarta-feira, na abertura do Projeto “Intervalos Culturais”, onde a Coordenadora da 13º Regional de Ensino, fará a entrega de violões aos alunos, dando início ao projeto.

domingo, 20 de março de 2011

Oficina de Maracatu



Já estão abertas as inscrições para a Oficina de Maracatu do Baque Alagoano. Custa apenas R$ 20,00 (vinte reais) mais 1kg de alimento não perecível. Mas, atenção, as vagas são limitadas.

O evento ocorrerá durante os sábados do mês de Abril, começando no dia 2 (ver flayer acima). A proposta para 2011 é possibilitar aos participantes maior tempo de estudo de cada instrumento que faz o ritmo do Maracatu. Além disto, pretende-se chamar a atenção dos oficineiros para a importância dessa manifestação para Alagoas e para a cultura em geral.

Contatos:

baquealagoano@gmail.com

mbaquealagoano@gmail.com

Andressa: (82) 9326-0669

Rômulo: (82) 9997-4515

Pablo: (82) 8844-1340

Fonte: maracatubaquealagoano.blogspot.com

"Fim do verão, início do outono ..."



Período de mudanças, fase q favorece o amadurecimento...

Águas de Março

Tom Jobim

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o MatitaPereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
pau, pedra, fim, caminho
resto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Agradecimento



Convidados por Wilson Santos para abrir o Show da Orquestra de Tambores de Alagoas, na Feira das Nações, realizada no Centro de Convenções em Maceió, a sensação foi de enorme responsabilidade. Primeiro porque conhecemos e admiramos o trabalho deste grande percussionista alagoano. Em segundo lugar, por sermos fãs da Orquestra de Tambores.
Nós preparamos e fomos dar o nosso recado.
Como nosso trabalho tem como característica a interação de forma intensa com o público – afinal, o canto popular nasceu do povo, acompanhado apenas de percussão, como é nossa proposta – resolvemos fazer uma intervenção, tocando, cantando e dançando pela feira até chegarmos ao palco.
No palco, começamos a nossa apresentação. Para nossa surpresa, as crianças começaram a subir no palco e dançar conosco. Um momento muito significativo, já que é o interesse da juventude é que garantirá a continuidade de nossos folguedos.
Na platéia, muitas pessoas especiais como Gal Monteiro, Marcos do Restaurante “Bodega do Marquinhos”, Demis Santana, Cristhiano Barros do Coletivo Afrocaeté além dos nossos amigos do Maracatu Baque Alagoano, a quem fizemos uma singela homenagem, cantando músicas de maracatu e convidando-os para subir no palco com seus instrumentos e nos acompanhar.
Fizemos bonito!!!
Obrigada Wilson por ter nos proporcionado esse momento tão especial.

Texto Rose Mendonça
Foto Rose Dias

sábado, 12 de março de 2011

"08 de Março Dia Internacional da Mulher"



Se Não Tivesse Sido Agora
Se não tivesse sido agora, faria ter sido antes
É que todo homem diante do amor treme
Eu não, eu sou diferente, sou mulher!
Fraca, fresca, fria, fútil...nada disso,
Forte, fogosa... Faminta!
Mulheres até choram, mas nunca tremem...
Homens...ah, esses sim!
Todo homem chora diante da morte.
Valorosos, viris, vistosos, vorazes...não!
Vis, vãos, vacilantes...
Se tivesse sido antes...não estaria pronta.
Toda mulher diante do parto é mãe.
Generosa, geradora, genitora ...gente.
Todo homem diante do parto é menino...
Sêmen, semente, sedutor...sexo.
Se não estivesse pronta... não teria sido agora.
Porque toda morte diante da mulher treme,
Porque todo amor diante do homem chora!
Adriana Moraes Galvão

O Outro Lado da Folia




Carnaval. festa marcante em minha vida.
Lembro de maravilhosos momentos, grandes momentos, felizes momentos e em minha infância e adolescência.
Morava no interior. E como era boa a folia por lá...
Durante o dia, esperávamos com ansiedade a hora em que os “Bobos” iriam passar. Eram adultos fantasiados de uma maneira que ninguém conseguia identificar. Eles vinham em bando, cantando e tocando,. Bebiam, comiam, dançavam e saíam para alegrar outras casas, nos deixando encantados e curiosos. E ai, os mais afoitos e corajosos seguiam os “Bobos” com suas lanças plásticas multicoloridas, que lançavam jatos de água, numa guerra desleal, pois os “Bobos” com tantas roupas nem sentiam os pequenos jatos que diminuíam por quase que evaporarem ante o tremendo calor que se fazia.
Para completar a folia, íamos para matinê, devidamente fantasiados, com nossos saquinhos de confetes e serpentinas para continuar a brincadeira, costume que até hoje mantenho. Só saio no carnaval com meu saquinho de confetes e serpentinas e no momento em que jogo me reporto à infância ao ver aqueles pontos coloridos flutuando no céu e girando no ar como se fosse um sonho. Sonho esse de que fui acordada ao ver um cordeiro* olhando com olhos de menino para o rodopio da serpentina no ar, não tive dúvidas e me aproximei, oferecendo e o convidando para brincar me remetendo ao passado feliz. E qual não foi minha surpresa;,ele olhou meio que desconfiado para os lados e meteu a mão no saquinho começando a jogar confetes pelo ar. E u vi a felicidade de um menino por alguns segundos em seu olhar, Momento ímpar onde não usamos palavras. Nossa atitudes e olhares se entenderam no meio do turbilhão do carnaval.
*os seguranças de blocos, que seguram a corda para separá-los da multidão.
Texto Rose Mendonça
Foto pelas lentes de Rose Mendonça
(Autorizada)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Carnaval

ABRE ALAS
(Chiquinha Gonzaga, 1899)

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar

O Carnaval sem dúvida alguma é a melhor festa do ano, por conta da maravilhosa mistura que acontece durante esses quatro dias de encantamento. Fico maravilhada quando vejo essa miscelânea de fantasias quase sempre escolhidas para mostrar algo q você tem de muito bem guardado, lá no fundo de sua essência.
Imagine um mundo onde ao olhar para uma esquina você vê um grupo de batuqueiros tocando sem parar, um “bicho pet” voando pelo ar, dezenas de “negas da costa” com suas saias a girar, e tudo isso mesclado com pierrots e colombinas, piratas e oncinhas, palhaços e odaliscas, mágicos e ciganas, negões black power e passistas de escolas de samba e tantas outras fantasias que fazem você entrar em um verdadeiro mundo de magia.
Este é o Sr.Carnaval, festa popular mais animada do mundo, que tem sua origem nos “entrudos” portugueses que aconteciam em um período antes da quaresma e por isso tinham todo um significado de liberdade, que felizmente se mantém vivo até hoje.
Que rufem os tambores, que toquem os clarins, que se de os apitos inicias porque o Carnaval está ai !!!

Texto de Rose Mendonça

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

É com muito orgulho que divulgo essa turma:




“A Turma da Rolinha”

Conhecido como o bloco mais charmoso de Maceió, a Turma da Rolinha, uma associação cultural sem fins lucrativos, nasceu dia 06 de fevereiro de 1999, quando 75 corajosos sonhadores saíram frevando, ao longo da praia de Pajuçara. Esses animados foliões se divertiram e pularam no causticante sol do meio-dia ao som de marchas e frevos tradicionais e do hino do bloco, que teve sua letra composta por Nilton Mendonça, melodia de Ivonilton Mendonça e arranjo e introdução de José de Albuquerque. Já naquele ano, o bloco e sua bandinha, composta por nove componentes, se fizeram notar desde o Sete Coqueiros até o Alagoinhas, causando grande admiração.
Com o passar dos anos, o desafio foi crescer sem perder o fio da meada, o tino que nos fez jurar para nós mesmos, que seríamos fiéis ao frevo, a nossa terra, aos nossos músicos e músicas, sempre dizendo um sonoro não a política dos políticos e um esplendoroso sim a política das boas amizades e da defesa dos nossos ideais.
Hoje, vencidos os desafios que se apresentaram, temos o orgulho de dizer que crescemos na proporção certa, prezando pela qualidade e organização. Nosso décimo desfile, acontecido no pré-carnaval passado, levou aproximadamente 1100 pessoas trajadas com nosso kit-rolinha, o melhor em qualidade e beleza, dando-nos o destaque de ser o primeiro bloco de Maceió a oferecer uma sombrinha de frevo ao seu folião.

Desfile Carnavalesco

Nosso desfile sempre acontece uma semana antes do sábado de Zé Pereira e retrata um tema diferente a cada ano.
Atualmente, são confeccionados 1.200 kits-rolinha, compostos de camisa, boné e sombrinha de frevo.
Oferecemos trio elétrico, caminhão de bebidas, vendidas a preço de custo para os rolinheiros, bonecos gigantes e ainda o "Banho da Rolinha" para abrandar o calor. Além disso, há o "Ninho da Rolinha" e distribuição de confetes e serpentinas para a meninada.
Uma empresa de segurança garante a tranqüilidade do bloco, enquanto a orquestra de frevo Fogo-Pagô e cantores convidados fazem a alegria contagiante dos foliões rolinheiros.
O desfile é custeado pela colaboração dos rolinheiros que adquirirem o kit-rolinha e pelo patrocínio de empresas parceiras que apóiam e confiam na Turma da Rolinha.


Data: sábado anterior ao sábado de carnaval.
Horário: a partir do meio-dia.
Local: Concentração na Praça Multieventos e saída em direção ao Clube Alagoinhas.
Atrações:Banho da Rolinha
Bonecos Gigantes
Carro de Apoio
Ninho da Rolinha
Trio Elétrico
Orquestra de Frevo Fogo-Pagô e Cantores convidados.


Kit-rolinha: camisa, boné e sombrinha de frevo.
Informações:
(82) 3337-4157
(82) 9982-1615
(82) 9981-4266
contato@turmadarolinha.com.br

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

" Grupo Dona Mariquinha " na Festa dos Calouros na UFAL !!!






Comitê RU para todos:

Tudo o que não lhe contaram no trote e que você precisa saber CALORADA !!!

Local: Pátio do ICHCA
Horário: Começando as 14hs até ...
Dia: Sexta, 18/02/11.

Atrações:

AL-CAOS
DONA MARIQUINHA (20:00)
VEMAGHEP
FAVELA SOUL
ORGASMO NERVOSO
E MUITO MAIS !!!

Prestigiem, esperamos por vcs !!!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

"Dona Mariquinha prestigia o Poesia Musicada no Pandeiro".



"Minhas Alagoas São Outras" – este é o nome do show da banda Poesia Musicada no Pandeiro que leva ao palco a combinação belíssima entre música e poesia, nascida da mais autêntica expressão da cultura popular alagoana, o coco. O show acontecerá a partir das 21h, no sábado dia 12 de fevereiro, no Bombar (antigo Casa Amarela), couver 3 reais.
A Poesia Musicada no Pandeiro tem um pouco de teatro e declamação já conhecido do público, porém a banda apresentará novidades interpretando algumas músicas consagradas.
Violão, contrabaixo, zabumba triangulo e pandeiro, mistura que proporciona um ritmo reflexivo e dançante. Fernando Pessoa, Jorge de Lima e Florbela Espanca são alguns dos nomes que fazem parte do repertório do show, se você gosta de poesia combinada com boa música não perca.
O grupo é formado por: Rogério Dias (voz); Fagner Dübrown (pandeiro); Tiago Franja (baixo); Téo (zabumba); Gustavo Rolo (violão) e Andréia Carvalho (dançarina).
Fonte: alagoas24horas.

O Grupo Dona Mariquinha estará assistindo e prestigiando os nossos amigos do " Poesia Musicada no Pandeiro" e convida todos os nossos amigos, seguidores e colaboradores , até !!!

Foto de Rose Mendonça e Fagner Dübrown.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

" Dona Mariquinha no Forrozão 800 "



O Grupo Dona Mariquinha estará se apresentando ao vivo na Rádio Palmares AM 800, no Programa "Forrozão 800" do Cantor Messias Lima, Sexta, 11, às 15:00hs. Sintonize e nos prestigiem !!!


Foto de Rose Dias

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dona Mariquinha na Sombra do Juazeiro







O Grupo Dona Mariquinha chegou a Rádio Correio no início da tarde de sábado, animados e felizes por poder divulgar um pouco do nosso trabalho por este “mundão de meu Deus”. Como a Rádio Correio é AM, tínhamos certeza que nossa música seria sintonizada em qualquer parte de Alagoas, incluindo a zona rural. Muito bom. Isto, é inclusão.

Fomos muito bem recebidos por Marcos Lima e mais outros dois “Limas” que estavam por lá. Como bem disse Marcos Lima estávamos no seio da família Lima: Messias Lima, que faz um verdadeiro forró pé de serra; e João Lima, violeiro e repentista de repercussão nacional. Nos sentimos honrados por estar ladeados por tantas pessoas compromissadas em difundir nossa cultura.

E mais honrados, ainda, por saber que iríamos fazer praticamente todo o programa ao vivo (cerca de quarenta minutos do programa, que tem uma hora de duração).

E começamos. E tome música! E entre uma música e outra, íamos conversando com o Marcos e com o público, e explicando quem é o Grupo Dona Mariquinha e qual o objetivo desta trupe. Enquanto isso, qual não foi a nossa surpresa, o telefone da Rádio tocando, a audiência subindo, e tome música! Para nós, foi o mais importante, pois chegamos até onde o povo, de fato, está.

No final do programa, fomos parabenizados e recebemos palavras de incentivo, com votos para que sigamos o nosso caminho com muito trabalho e fé em Deus.

Saímos tranqüilos e agradecidos, sensação de dever cumprido com a nossa cultura e com o povo alagoano.

Texto de Rose Mendonça
Fotos de Rose Dias

domingo, 6 de fevereiro de 2011

"Dona Mariquinha visita Nelson da Rabeca"







Cidade de Marechal Deodoro- AL.

Quanta alegria e quanto contentamento ao visitar-mos o Seu Nelson da Rabeca, que nos recebeu com tamanho acolhimento e atenção, nos encantando com sua música, me fazendo lembrar de uma história de minha infancia: "O Flautista de Hamelin" Conto Folclórico reescrito pelos Irmãos Grimm na Alemanha em 1284. Pois foi assim que me senti; hipnotizada por aquele som, por aquela atmosfera e por aquele homem que sentado a minha frente tocava sua Rabeca com uma maestria e uma emoção que não temos palavras para descrever tamanha beleza.

Rose Mendonça, 04/02/11.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

2 de Fevereiro


Foi assim que o Baiano-Carioca Dorival Caymmi Cantou para a Senhora Rainha das Águas:


Dois de Fevereiro

Dorival Caymmi

Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá
Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá
Escrevi um bilhete a ela Pedindo pra ela me ajudar
Ela então me respondeu
Que eu tivesse paciência de esperar
O presente que eu mandei pra ela
De cravos e rosas vingou
Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou
Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou


Foto do Mar de Ipioca ao cair da tarde, pelas lentes de Rose mendonça.

Samba e Maracatu vão incediar o Polo do Maracatu Baque Alagoano !!!




Uma mistura inflamável vai agitar o Polo do Baque Alagoano no Jaraguá Folia 2011, toneladas de Maracatu e centenas de graus Celsius de Samba. O encontro escaldante reunirá o Maracatu Baque Alagoano e a tradicional Escola de Samba Unidos do Poço.
Quem garante a elevação da temperatura no Polo do Maracatu Baque Alagoano é a Diretora, Compositora e Intérprete da Unidos do Poço, Gilvânia Gomes dos Santos (a Gil). Segundo a Gil, quem comparecer ao Largo dos Pombos (fundos do Mercado do Jaraguá) "vai ver diversão que não acaba mais". Empolgada com a parceria, ela conta que para a Unidos do Poço a relação com o Baque Alagoano não tem dinheiro que pague. E sorri quando questionada sobre o que se pode esperar da mistura do Maracatu com o Samba.

A Unidos do Poço
Escola de Samba Unidos do Poço foi fundada em 1955. Devido uma crise financeira a agremiação ficou quatro anos sem desfiliar. Campeã por vinte e nove vezes dos carnavais de Maceió-AL, retornou à avenida em 2010. O enredo homenageou a cultura popular com o tema "Folclore, a Pilastra Viva da Cultura Popular Alagoana". Integrantes do Baque Alagoano e familiares formaram a ala Maracatu. Foi dessa colaboração que nasceu a parceria entre a Unidos do Poço e o Maracatu Baque Alagoano.
Atualmente a entidade está em fase preparatória para o Carnaval 2011. O enredo homenagerá os vários estilos da dança. Ainda se recuperando financeiramente, a Diretoria pede ajuda a todos que queiram colaborar para o desfile da Escola de Samba. "Nem precisa dar dinheiro. Aceitamos doações em material, peles para instrumentos e baquetas. Temos uma oficina para a recuperação de instrumentos quebrados, portanto aceitamos doações de instrumentos com problemas", declara a Gil, Diretora da Unidos do Poço.

Texto publicado no blog: www.maracatubaquealagoano.blogspot.com


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011





Quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Camisetas do Maracatu Baque Alagoano, para o Jaraguá Folia 2011, já estão a venda!!!!
As camisetas do Bloco do Maracatu Baque Alagoano, para o Jaraguá Folia 2011, já estão à venda. O Bloco do Baque foi eleito pelos internautas o melhor bloco das prévias carnavalescas de 2009, em votação promovida pelo Blog do Carlito Lima.

Para além da gente bonita que prestigia o polo e o bloco do Baque, as camisetas possuem um diferencial. Anualmente, o Baque Alagoano elege um folguedo, ou mestre da cultura alagoana, para homenagear. As camisetas estampam o homenageado e, portanto, são veículos de divulgação das manifestações folclóricas alagoanas.

Em 2011, o homenageado é a "Nega da Costa". Um importante folguedo alagoano, originário da cidade de Quebrangulo-AL, com mais de 100 anos de existência.

As camisas possuem edição limitada. São confeccionadas em tamanho é unico e custam R$ 15,00 (quinze reais) cada.

Podem ser reservadas por e-mail:

baquealagoano@gmail.com

mbaquealagoano@gmail.com

ou pelos telefones:

Andressa: (82) 9326-0669

Rômulo: (82) 9997-4515

Pablo: (82) 8844-1340

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Texto publicado no blog: www.maracatubaquealagoano.blogspot.com

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Carnaval Maceioense

É uma pena nossa capital alagoana ser apenas uma cidade de prévias carnavalescas.

Diversidade de manifestações populares é o que não falta, um povo rico de poesia
e criatividade é o que não falta, sol, mares e lagoas é o que não falta...
Paixão pelos festejos carnavalescos, é o que não falta...
Um lindo bairro histórico para concentrar a festa, é o que não falta...
O que falta mesmo, é um olhar responsável pra arte e pra cultura do nosso povo,
que não deixa a desejar pra nenhum estado brasileiro.

Gente quem é mais "antigo" (risos) Lembra dos Bonecos da Cidadde, bloco que por décadas abrilhantava
o carnaval maceioense, e arrastava o bairro da Ponta da Terra e Pajuçara, e mais os foliões que vinham de outros bairros acompanhar a festa. Eu mesma nos anos de 98, 99, 2000 se bem me recordo, acompanhei o bloco e ficava fascinada pelos Gigantões.

Os principais blocos contemporâneos aos Bonecos da Cidade
Águia de Ouro, Cavaleiro dos Montes, Ganso da Folia, Sai da Frente e Amigos da Onça.

“Poderíamos juntar todos os blocos e fazer uma grande festa na avenida para alagoanos e visitantes, mas, infelizmente, a prefeitura de Maceió parece querer esconder as manifestações artísticas do povo” (tudonahora.com.br)

(lamenta, José Hilton Feitosa, conhecido por todos como Prego, organizador do bloco.)


Mas vamos lá, seguindo, por uma política de resistência a "oposição" consciente e inconsciente.

Eu tenho Fé, Evoé.

(foto publicada no tudonahora.com.br)

Fran Oliveira

sábado, 29 de janeiro de 2011

Ensaio Aberto do Dona Mariquinha, na Feirinha da Pajuçara



Após nossa estréia no Guerreiro Treme Terra do Mestre Benon, resolvemos marcar um Ensaio Comemorativo onde pudéssemos contar com a presença do público, participando assim de nossa construção.

Marcamos o Ensaio em um ponto importante de nossa orla, nos “Sete Coqueiros”, na Praia de Pajuçara ,e começamos a fazer a divulgação. Qual não foi nossa surpresa, muita gente nos prestigiou, entre amigos, turistas e pessoas que se identificam com a proposta do Grupo. Muitos, até nos oferecendo apoio, como o Marquinhos, proprietário do Restaurante Bodega do Marquinhos/Cozinha Regional e a ilustre Escritora Alagoana Arriete Vilela.

Não podemos também deixar de mencionar a presença do Sargento Nanã, com seu Trio de Forró Pé de Serra, que também abrilhantava a noite, no mesmo local, e que, nos vendo, fez questão de nos elogiar e parabenizar, além de tocar pandeiro conosco, num momento de verdadeira riqueza para todos nós.

Nos sentimos extremamente felizes e gratos com a presença de todos vocês. E por ter sido um momento de intensa alegria, já estamos planejando fazermos um outro Ensaio, nesse mesmo estilo, em outro ponto de nossa extensa e maravilhosa orla.

Até Breve.


Texto de Rose Mendonça
Foto de Rose Dias

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Maracatu Baque Alagoano e Nega da Costa

Muito significativa, a escolha do homenageado de 2011 no Jaraguá Folia pelo grupo percussivo Baque Alagoano. A Dança-Cortejo "Nega  da Costa"  é uma ramificação do folguedo Maracatu,
Que assim como as Taieiras, se encontra um pouco ausente no cenário cultural alagoano.


Estamos sentindo muito a ausência  da manifestação desses brincantes...
Por isso, contamos com a presença dos nossos visitantes aqui do blog, no evento do Maracatu Baque alagoano.

Dia 25 de Fevereiro, no Largo dos Pombos (atrás do Mercado público do Jaraguá)
Além da Nega da Costa da cidade de Quebrangulo
O grupo Poesia Musicada no Pandeiro, também será uma das atrações da festa.



Santana do Ipanema,  Mata Grande e Quebrangulo, terra do nosso saudoso Graciliano Ramos
São os municípios alagoanos em que a "Nega da Costa" mais se destaca.

NEGA DA COSTA:   Um grupo de homens com o rosto e braços pintados de preto com carvão vegetal, vestidos de baianas, com roupas alvíssimas, enfeitados de rendas, bicos, e para completar a indumentária um torso, brincos, pulseiras e anéis de miçangas. No primeiro dia de carnaval, as negas da costa, partem da sede às oito horas da manhã, saem cantando e dançando pelas ruas, entram em casas de conhecidos, onde esperam receber dinheiro ou encontrar cachaça para tomar uns grogues, às três ou quatro horas da tarde, já cansados, voltam à sede, e depois retornam cada um para suas casas, gratificados com a brincadeira do dia, para nos dias seguintes, novamente abrilhantarem a folia momesca.
(jangadabrasil.com.br)

                                                          Uma Canção da Nega da Costa
                                                                            
                                                                            
Abre esta porta prá lá Nega da Costa passá
Abre esta porta prá lá Nega da Costa passá.
Nega da Costa quem vem ver
Apanhar macaiba prá vender
Nega da Costa que anda fazendo
Ando na rua comendo e bebendo
 
A minha saia
É de renda é de bico
Apanha laranja
No chão tico-tico
As menina me chama
Seu Paturi
Bota a mão nas cadeira
E deixa bolir
Ou Nega Véia só é Ana
Amarra a saia com gitirana
Ou Nega Véia só é Ana
Amarra a saia com gitirana
 
Ou Nega da Costa é Adão
Nega do pé espalhado
A Nega aterra os passo
Apanha no meio do quadro.
Atirei com a pistola
Na boca de um bacamarte
O amô que não for firme
É bom que a pistola mate.
 
Músicas inspiradas em quilombo:
Folga Nega, branco não vem cá
Se vier pau é de levá
Folga Nego, branco não vem cá
iririca faca de cortá

Estácio tá na cadeira
Chorando que nem pagão
Chega Estácio
Branco não vem cá
Se vié, pau é de levá.




                                              http://www.maracatubaquealagoano.blogspot.com/

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

http://www.myspace.com/mestreverdelinho
Saudações ao Grande Mestre!

Dentro do meu peito
Eu tenho
Duas tesouras
Cortando
Só não quero
Que elas
Corte
Moreninha
O amô que'u
Tô amando.

Na hora de meio-dia
Que o meu amô saía
O oceano Chorava.

Areia no Mar...

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Repertório do Grupo

Já começamos a nos articular para aprofundarmos a nossa pesquisa,
mas no momento o grupo ja possui uma quantidade relevante de músicas
colhidas. Por enquanto no repertório de show, optamos por trabalhar
de maneira mais alternativa, mas claro, sem fugir da nossa proposta
que é a música popular de raiz.

Bem... diversidade cultural é o que não vai faltar, afinal, nossa terra é ALAGOAS!

"Louvemos o Divino senhor
 Para melhor navegar
Que dê, um vento a polpa
Até, ao Porto CHEGAR..."

(Trecho de uma canção do Folguedo Fandango -  O fandango é um espetáculo popular que engloba romance, dança, música, anedotas, ditos, lendas e orações.
 Uma festa para homenagear os marujos, mais apreciado na época natalina.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Contagem regressiva para o Jaragua Folia 2011



"Os preparativos do Maracatu Baque Alagoano para o Jaraguá Folia estão a pleno vapor. O grupo promete agitar, mais um vez, o Largo dos Pombos (atrás do Mercado do Jaraguá) com muita festa, alegria e paz. Além do tradicional Maracatu, o Baque Alagoano pretende movimentar o espaço com diversas atrações culturais. A homenagem de 2011 vai para a "Nega da Costa", folguedo que completa 101 anos de existência em Alagoas. O bloco do Baque também vai dar o recado. As camisas estarão a venda logo, logo. E como acontece há quatro anos, os batuqueiros do Baque Alagoano prometem contagiar todo mundo com o peso do seu Maracatu. É vestir a camisa do bloco, caprichar nos adereços e curtir pra valer! Visitem nosso blog - www.maracatubaquealagoano.blogspot.com"

Foto de Rose Dias

Como foi a estréia do Grupo Dona Mariquinha


O Grupo Dona Mariquinha estava decidido a só estrear nas festas juninas de 2011, apesar de já estar ensaiando há mais de 6 meses. Mas ao chegarmos ao aniversário de 23 anos do Guerreiro Treme-Terra, do Mestre Benon, junto com o Maracatu Baque Alagoano, nos sentimo, contagiados por toda aquela energia e não resistimos. Pedimos licença a Mestre para tocarmos algumas músicas, e mostramos um pouco do que vínhamos ensaiando.

Enquanto nos apresentávamos notamos a presença de uma pessoa filmando a festa.

Quando terminamos a nossa participação, na qual pudemos perceber a satisfação com que todos nos assistiam, fomos levados pela pessoa que nos filmava, que nos indagou se queríamos nos apresentar em seu programa, na rádio. Era Marcos Lima; apresentador do programa "Na Sombra do Juazeiro" na rádio Correio AM 1200.

Conversamos um pouco. E ele falou que tinha ido procurar uma coisa e encontrado mais uma, que era o Dona Mariquinha. Elogiou-nos e nos comparou ao Comadre Fulozinha, achando o grupo muito animado e diferenciado.

Combinamos a apresentação na Rádio Correio.

Sem querer estreamos no lugar certo e na hora certa.

Obrigada, Mestre Benon, pelo privilegio de estarmos em sua Casa, dançando no seu Guerreiro e tendo a oportunidade de mostrar um pouco do nosso trabalho.

Obrigada, Marcos Lima, pela oportunidade.


"Deus nos salve casa santa onde Deus fez a morada..."


Texto de Rose Mendonca
Foto de Rose Mendonca, pelas lentes de Rose Dias

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